Emylson Farias escreve: aprender a ler sem repetir o barulho dos outros

​Lembro-me da carteira de madeira, do sorriso solto dos colegas na entrada da escola e do cuidado quase sagrado com a farda. A camisa branca de tergal, com aqueles botões claros e transparentes, precisava ser cuidadosamente dobrada em cima da cama ao chegar em casa para durar a semana toda. Estávamos ali, meninos do interior, … Continue lendo Emylson Farias escreve: aprender a ler sem repetir o barulho dos outros