Emylson Farias escreve: O Céu de Rio Branco
Sentado numa cadeira no fundo de casa, olho para o céu de Rio Branco. Manto limpo, absurdamente estrelado. Lá no alto, a luz solitária de um avião rasga a noite em silêncio. Não sei de onde vem nem para onde vai. Ele passa flutuando no sossego de quem não enxerga a poeira e as dores … Continue lendo Emylson Farias escreve: O Céu de Rio Branco
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