Emylson Farias escreve: O Que Sobrou da Felicidade
O café no copo descartável já tinha esfriado há muito tempo. Ele rodava o copo de plástico devagar entre os dedos, os olhos fixos na mesa, sem encarar nada em particular. Estávamos ali na Delegacia da Mulher, aqui mesmo em Rio Branco. Já passava das sete da noite, mas aquela ocorrência não ia embora com … Continue lendo Emylson Farias escreve: O Que Sobrou da Felicidade
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