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10 anos depois de despedida, Messi pode vencer segunda Copa do Mundo

10 anos depois de despedida, Messi pode vencer segunda Copa do Mundo

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Em 26 de junho de 2016, Lionel Messi chocou o mundo ao anunciar a aposentadoria da seleção da Argentina, após a derrota para o Chile na final da Copa América, também disputada nos Estados Unidos. Dez anos depois, o camisa 10 pode concluir uma das maiores reviravoltas da história do futebol e se sagrar bicampeão mundial.

“No vestiário, pensei que acabou para mim a seleção. Para o bem de todos, por mim e por todos”, disse Messi, visivelmente emocionado, logo após desperdiçar uma cobrança de pênalti na decisão vencida pelo Chile.

Naquele momento, o craque vinha de uma sequência de frustrações com a camisa albiceleste: Entre 2014 e 2016, foram três vice-campeonatos consecutivos: a Copa do Mundo de 2014, diante da Alemanha, e duas Copas América seguidas, ambas perdidas para o Chile nos pênaltis.

Muito pressionado pela impensa e criticado por torcedores da Argentina pela falta de identificação fez o então capitão acreditar que seu ciclo havia chegado ao fim. A despedida, no entanto, durou pouco.

Depois de conversar com familiares, jogadores e dirigentes da AFA, Messi decidiu retornar para a Seleção. O que ele não sabia, porém, é que lideraria um dos momentos mais vencedores da Argentina na história.

Tudo mudou no Maracanã contra a Seleção Brasileira, com a conquista da Copa América de 2021, encerrando um jejum de 28 anos da Argentina sem títulos de seleções principais. Em seguida, venceu a Finalíssima diante da Itália em Wembley e, no fim de 2022, alcançou o maior objetivo da carreira: levantar a Copa do Mundo com a camisa da Argentina.

Depois da Copa de 2022, mais uma conquista: o título da Copa América de 2024, disputada nos Estados Unidos.

Agora, dez anos depois de ter se despedido da Argentina, Messi está a um jogo de escrever mais um capítulo gigante na história do futebol.

Caso vence a Espanha, em jogo marcado para às 16h (de Brasília) deste domingo (19), Lionel Messi levantará a taça da Copa do Mundo pela segunda vez, de forma consecutiva, para ampliar ainda mais o legado que poderia ter acabado em 2016.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN por raulmoura.

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