O SERINGAL

Bayer eleva projeção de lucro para 2026 com melhora no grupo farmacêutico

Bayer eleva projeção de lucro para 2026 com melhora no grupo farmacêutico

O grupo farmacêutico e agrícola alemão Bayer elevou sua previsão de ​lucro para 2026 nesta terça-feira (3), citando ​um desempenho melhor do que o esperado no setor farmacêutico da empresa.

As ações da Bayer subiam 2% no início do pregão em Frankfurt.

A Bayer vem sendo sobrecarregada por uma dívida pesada desde a aquisição da Monsanto por US$ 63 bilhões em 2018, um ⁠negócio que também sobrecarregou ​o grupo com os onerosos processos judiciais relacionados ao ​Roundup.

A empresa agora espera que o lucro operacional ajustado, com base ⁠em câmbio ajustado, atinja entre ⁠9,8 bilhões e 10,3 bilhões de euros, ante uma ​faixa ‌anteriormente prevista de 9,6 bilhões a 10,1 bilhões de euros.

O ⁠setor farmacêutico da Bayer registrou vendas de 4,68 bilhões de euros no terceiro trimestre, 5% acima das expectativas dos analistas em uma pesquisa ‌realizada ⁠pela Vara Research.

“Chegamos ‌a um ponto de inflexão na trajetória de crescimento da divisão farmacêutica e estamos começando a ver o outro lado”, afirmou ⁠o diretor-executivo Bill Anderson em ⁠comunicado.

Em termos de lucro operacional, a empresa alcançou um lucro antes de juros, ‌impostos, depreciação e amortização, ajustado por itens não recorrentes, de 1,62 bilhão de euros, cerca de 13% acima das expectativas dos analistas.

Da mesma forma, a empresa reduziu em 1 bilhão de euros as ‌projeções para a dívida financeira líquida do ano, estimando-a agora entre 28 bilhões e 29 bilhões de euros.

A divisão de ciência agrícola ⁠da empresa, que comercializa sementes e produtos químicos para proteção de culturas, alcançou um lucro operacional  ajustado de 101 milhões de euros, ​enquanto os analistas esperavam 164 milhões de euros.

O aumento das despesas ​de vendas, bem como o desempenho inferior nas vendas nas regiões da EMEA e da Ásia-Pacífico, prejudicaram a divisão.


Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN por reuters.

Sair da versão mobile