O SERINGAL

Bolsas na Europa fecham em alta com Oriente Médio no radar

Bolsas na Europa fecham em alta com Oriente Médio no radar

Compartilhar matéria

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta segunda-feira (3) em meio à forte queda do petróleo e perspectivas de retomada de negociações para encerrar o conflito do Oriente Médio após falas do presidente dos EUA, Donald Trump, de pausa nos ataques para o diálogo.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,10%, a 10.857,70 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,59%, a 26.035,83 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,22%, a 8.613,82 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,34%, a 52.871,72 pontos.

Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,94%, a 19.969,11 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,61%, a 9.171,70 pontos. As cotações são preliminares.

As ações da easyJet subiram mais de 2% hoje, com a companhia aérea britânica estendendo até sexta-feira o prazo para que a Castlelake apresente uma proposta formal de aquisição. A extensão alinha o cronograma ao da rival Apollo e dá a ambos os potenciais interessados até o fim da semana para apresentar uma oferta.

Os papéis da TotalEnergies, em paralelo, caíram 0,13% em Paris, depois que a petroleira anunciou um acordo para vender 50% de uma carteira de ativos europeus onshore de energia solar e eólica para a gestora KKR.

Na exceção, a bolsa de Londres foi pressionada pelo tombo de mais de 9% da AstraZeneca, após o Financial Times noticiar que a farmacêutica britânica teria mantido conversas para uma possível fusão com a concorrente americana Bristol Myers Squibb. Ações ligadas ao petróleo e gás também empurraram o índice para o negativo.

No radar macroeconômico, o índice de gerentes de compras (PMI, em inglês) industrial da zona do euro subiu abaixo da estimativa inicial, enquanto o PMI industrial da Alemanha confirmou o dado preliminar.

O consumo das famílias na zona do euro caiu acentuadamente nas primeiras semanas da guerra no Irã, à medida que a confiança despencou, afirma um artigo do Boletim Econômico do Banco Central Europeu (BCE) publicado hoje. O movimento sugere que um conflito renovado pode voltar a frustrar os gastos dos consumidores, acrescenta.

Acompanhe Economia nas Redes Sociais


Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN por afonsobenites.

Sair da versão mobile