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O Rio Branco, de Americana, e o Sertãozinho, da região de Ribeirão Preto, podem se tornar um clube só. A nova estruturação mexeria com os rumos do Campeonato Paulista, especialmente nas divisões inferiores.
A equipe de Americana está em recuperação judicial e pensa em ceder a marca a uma empresa parceira, que arcaria com os custos para a disputa do estadual em 2027. Por enquanto, não há definição.
O grupo que negocia a compra da marca é o mesmo que cuida do futebol do Sertãozinho, que tem direito a uma vaga na Série A2 do Paulistão. Com a fusão, a vaga do Rio Branco na A3 abriria e beneficiaria outro clube: o São Caetano.
Vice-campeão da Libertadores em 2002, o Azulão amarga diversos problemas financeiros e fez a melhor campanha entre os clubes que não subiram neste ano. Portanto, herdaria a vaga do Rio Branco.
O Itaquaquecetuba, por sua vez, ficaria com o lugar do São Caetano na A4. A exemplo do Azulão, ele também teve a melhor campanha, mas não conseguiu ascender. As informações foram divulgadas primeiro pelo ge e foram confirmadas pela CNN.
Próximos passos
O nome em comum entre as partes é Régis Villas Bôas Villela. Advogado, ele assumiu a defesa do Rio Branco na recuperação judicial, mas também é um dos principais nomes do grupo que comanda as operações do Sertãozinho.
O clube de Americana pleiteia que não consegue mais se manter financeiramente, especialmente nos custos operacionais. A receita esperada para a temporada é de R$ 1,8 milhão, porém, até agora, o clube só arrecadou cerca de R$ 500 mil.
O documento também não explica se o Rio Branco deixaria de existir com a fusão. O clube pode se ausentar das competições estaduais por duas temporadas sem ser prejudicado, mas, quando voltasse, iria direto para a última divisão.
A Federação Paulista (FPF) já recebeu os documentos necessários e analisa a fusão.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN por leonardocosta.
