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A coalizão liderada pela Arábia Saudita classificou como terrorista o ataque dos Houthis ao Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade, neste sábado (10), que deixou 12 mortos e mais de 300 feridos.
O major-general Turki Al-Malki, porta-voz do grupo militar, afirmou que a ofensiva é um crime de guerra e fere o direito internacional humanitário.
“Trata-se de um ato hediondo que contraria todos os princípios, valores e normas éticas. Portanto, o Comando das Forças Conjuntas da Coalizão responderá de forma decisiva a este ataque terrorista, em conformidade com o Direito Internacional Humanitário Consuetudinário”, comentou.
O ataque desta sexta paralisou o aeroporto na capital saudita, que é o mais movimentado do país.
Vítimas foram transportadas a hospitais por ambulâncias e helicópteros, segundo a agência de notícias Reuters.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a ação dos Houthis foi “uma coisa terrível”. Mais cedo, pontuou que poderia considerar se juntar aos sauditas nos ataques contra o grupo do Iêmen, que é apoiado pelo Irã.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, também se pronunciou pelo X e advertiu que a ofensiva dos Houthis deve parar “agora”.
Nesta semana, o grupo rebelde fez outros dois ataques contra o Aeroporto Internacional Rei Khalid, que também resultaram em mortes.
A Arábia Saudita apoia o governo do Iêmen, que é reconhecido internacionalmente, e auxilia nas batalhas contra os Houthis. As hostilidades se intensificaram recentemente — e devem continuar escalando pelas próximas semanas.
Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN por tiagotortella.
