O Ministério Público de São Paulo denunciou o presidente do Corinthians, Osmar Stabile, por apropriação indébita qualificada nesta terça-feira (15/9). Segundo a Promotoria, o dirigente teria destinado R$ 721 mil do clube ao pagamento de uma empresa responsável por sua segurança pessoal e a de familiares.
A acusação reuniu comprovantes fiscais, rastreio dos agentes escoltando parentes do mandatário e declarações em que ele admite o uso de “segurança VIP”. Para agravar a situação, a prestadora Bear Security sequer contava com autorização regular da Polícia Federal.
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Osmar Stabile, presidente do Corinthians
Bruno Escolastico Sousa Silva/NurPhoto via Getty Images2 de 2
Osmar Stabile
Reprodução/Instagram/Osmar Stabile
Além de cobrar o congelamento de R$ 721 mil do dirigente, o MP quer o seu afastamento imediato do Parque São Jorge.
Medidas cautelares:
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do Metrópoles
- Impedimento de frequentar as dependências do Corinthians;
- Suspensão imediata de suas funções administrativas e da representação do clube;
- Proibição de contato com dirigentes e testemunhas do caso;
- Proibição de deixar o país sem autorização judicial;
- Proibição de fazer viagens nacionais com duração superior a oito dias sem aval da Justiça.
Caberá agora à vara criminal paulista validar os pedidos e abrir a ação penal. Se o juiz aceitar, Stabile passará à condição de réu e terá prazo formal para apresentar sua defesa.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Metrópoles.
