O SERINGAL

Desfibriladores portáteis: entenda como funciona a tecnologia com Dr. Kalil

Como uma polipílula brasileira pode ajudar a prevenir o AVC e a demência

Compartilhar matéria

Os Desfibriladores Externos Automáticos (DEA) passaram por uma significativa evolução tecnológica e estão cada vez mais compactos, leves e acessíveis. Segundo especialistas, alguns modelos já chegam ao tamanho de um celular e contam com orientações por voz para guiar o socorrista durante o atendimento.

No programa CNN Sinais Vitais, Sérgio Timerman, cardiologista do InCor do HC-FMUSP, e Camila Lunardi, médica emergencista e presidente da ABRAMEDE, discutiram o Dr. Roberto Kalil os avanços nessa tecnologia e também abordaram o uso da ECMO — máquina de circulação extracorpórea que funciona como um coração e pulmão artificiais — em situações de parada cardíaca.

Desfibriladores cada vez mais acessíveis

Sérgio Timerman destacou que os desfibriladores representam uma das tecnologias mais importantes dos últimos anos, sobretudo pela sua simplicidade de uso. “Os desfibriladores, segundo consta, é a tecnologia mais importante que surgiu nos últimos anos, pela simplicidade deles”, afirmou.

Segundo ele, os equipamentos portáteis atuais são extremamente fáceis de operar: basta abri-los e ligá-los para que o próprio aparelho comece a orientar o usuário.

Timerman ressaltou que já existem modelos do tamanho de um celular, ligeiramente mais grossos, mas absolutamente leves. “Essa tecnologia vai salvar e continua salvando muitas vidas, como a gente tem visto em todo o mundo e aqui no metrô de São Paulo”, declarou. Ele acrescentou que, em breve, esses equipamentos poderão estar presentes também nos lares.

ECMO como alternativa para casos graves

Dr. Kalil levantou a questão do uso da ECMO no transporte de pacientes em parada cardíaca até o hospital. A máquina de circulação extracorpórea é apontada como uma alternativa para pacientes que não recuperam a circulação espontânea mesmo após massagem cardíaca e desfibrilação adequadas.

Timerman explicou que a ECMO funcionaria como uma ponte para que o paciente chegue ao hospital em condições de receber tratamento definitivo. “O ECMO seria uma ponte para esse paciente chegar até um hospital e conseguirmos poder fazer o retorno ao hospital”, disse.

Ele mencionou que países como Japão e França já utilizam a tecnologia com grande sucesso no ambiente pré-hospitalar, resultando em menor mortalidade nas ruas. “A ECMO pré-hospitalar já é uma realidade em alguns países e, se Deus quiser, a gente terá aqui dentro também do Brasil”, concluiu.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.


Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN por afonsobenites.

Sair da versão mobile