O dólar opera em alta de 0,42% frente ao real, cotado a R$ 5,12, nesta terça-feira (22/9). Na véspera, a moeda americana caiu 0,70%, a R$ 5,10.
Já o Ibovespa, o principal índice da Bolsa de Valores (B3), começou o pregão em baixa. Às 10h20, o recuo era de 0,66%, aos 185,3 mil pontos. No dia anterior, ele subiu 0,74%, aos 186,5 mil pontos.
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O movimento de alta do câmbio no Brasil segue a tendência global. O dólar também se valoriza em relação a outras moedas fortes, ou mesmo, a emergentes, embora, nesses casos, a elevação seja menor.
De acordo com o índice DXY, que mede a força do dólar frente a uma cesta de seis divisas de economias desenvolvidas (como o euro, o iene e a libra esterlina), registrava, às 9h40, leve avanço de 0,04%, aos 100,46 pontos.
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No mesmo horário, e na comparação com outros emergentes, a moeda americana subia em relação aos pesos mexicano e ao colombiano (respectivamente, 0,21% e 0,04%).
EUA-Irã
Apesar da alta global do dólar, houve uma redução da tensão entre Estados Unidos e Irã, cujo conflito já dura sete meses. Agora, Teerã afirma que o Estreito de Ormuz, por onde circula um quinto da produção mundial de petróleo, pode ser reaberto em sete dias se Washington reduzir a pressão militar e suspender o bloqueio econômico contra os iranianos.
Tal possibilidade fez com que o preço do petróleo voltasse a cair no mercado mundial. Às 9h55, os contratos mais curtos do barril do tipo Brent, a referência internacional da commodity, recuavam 1,56%, a US$ 98,77. O tipo West Texas Intermediate (WTI), que baliza o comércio nos Estados Unidos, baixava 4,51%, a US$ 95,78.
Ata do Copom
No ambiente interno, os investidores acompanharam a divulgação da ata da última reunião, na quarta-feira (16/9), do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). Na ocasião, o Copom reduziu a taxa básica de juros do país, a Selic, em 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano.
A ata não trouxe grandes novidades em relação ao comunicado emitido na quarta-feira passada. O documento reforçou sinais de desaceleração da atividade e da inflação, mas manteve o tom de cautela diante de expectativas de inflação desancoradas, além de questões sensíveis como a pauta fiscal.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Metrópoles.
