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Rodri, jogador da Espanha, no confronto diante da França pela Copa do Mundo
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Elenco da Espanha comemora classificação à final da Copa do Mundo
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Oyarzabal abriu o placar para a Espanha diante da França
Tullio Puglia – FIFA/FIFA via Getty Images
A equipe do técnico Luis de la Fuente conta com o poder do meio-campo dominador, que se tornou característica do time desde que o treinador assumiu o comando.
Nas sete partidas disputadas até aqui, a Espanha buscou ditar o ritmo dos jogos com troca de passes. A estratégia passa por uma trinca de meias que sabem o que fazer com a bola nos pés: Rodri, Dani Olmo e Fabian Ruiz. Além disso, Pedri também esteve em campo na maioria dos jogos.
O desempenho do meio-campo espanhol reflete no domínio da equipe dentro dos gramados. No Mundial, até o momento, a média de posse de bola está em 63,7%.
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do Metrópoles
Todo o trabalho dos meias em controlar o jogo se traduz em um rendimento melhor de zagueiros e atacantes. A Espanha tomou apenas um gol durante toda a Copa do Mundo. Além disso, balançou as redes em 13 oportunidades.
A cadência do time espanhol se deve a um fator importante: a manutenção de jogadores. Dos 26 convocados, 12 estiveram nos Jogos Olímpicos de 2020 e 2024, o que indica a construção de uma equipe que se conhece bem.
O artilheiro discreto
Na seleção da Espanha, a expectativa era de que Lamine Yamal assumisse a responsabilidade. No entanto, esse papel é de Mikel Oyarzabal. O atacante da Real Sociedad chegou pouco badalado, mas anotou cinco gols na Copa do Mundo.
O camisa 21 tem a confiança de Luis de la Fuente e disputa o Mundial pela primeira vez. É ele quem comanda o setor ofensivo, que conta ainda com a verticalidade de Yamal pela direita e Baena pela esquerda.
A escolha por Oyarzabal é clara: apesar dos gols, o atacante de 29 anos consegue recuar para atrair os defensores, o que permite a passagem dos pontas, gerando perigo para o adversário.
Joia Yamal
Todo cuidado é pouco para o adversário que enfrenta Lamine Yamal. Astro do Barcelona, o camisa 19 disputa sua primeira Copa do Mundo e já possui o status de grande esperança da Espanha.
No entanto, o jovem de 19 anos faz uma competição pouco produtiva. Balançou as redes apenas uma vez e não distribuiu assistências.
Contudo, Yamal segue com prestígio pelo que já produziu dentro de campo com a camisa espanhola. Mesmo longe do ideal, do ponto de vista numérico, o ponta direita tem papel fundamental para o funcionamento da máquina espanhola. Ele atrai os adversários para abrir espaço a outros jogadores poderem atacar. Além disso, há sempre a possibilidade de um grande drible do astro.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Metrópoles.
