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Jovem de 24 anos é morta em SP após disparos entre policial e assaltante

Jovem de 24 anos é morta em SP após disparos entre policial e assaltante

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Maria Eduarda Nascimento, de 24 anos, morreu após ser baleada durante uma tentativa de assalto na manhã da última quinta-feira (1º), na Zona Sul de São Paulo. Na ocasião, um suspeito e um policial civil trocaram disparos.

Segundo relatos de amigos nas redes sociais, a jovem estava dentro do próprio carro quando foi parada pelo assaltante na Estrada de Itapecerica, altura do nº 3.395, na região da Vila Prel.

Segundos depois, o agente, que estava de folga, chega na ação e o tiroteio começa. Câmeras de segurança registraram uma parte da ocorrência e mostram o policial saindo de dentro do carro no meio da avenida e apontando para o suspeito. 

Além de Maria Eduarda, o suspeito também foi baleado e também morreu. A SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) não confirmou se o tiro que atingiu a jovem teria se originado da arma do policial. A investigação ainda aguarda o resultado dos laudos pericias.

O agente envolvido na ação consta como parte do inquérito, prestou depoimento e continua atuando.

Segundo o órgão, o caso é apurado por meio de inquérito policial instaurado pela Corregedoria Geral da Polícia Civil.

“A Corregedoria reafirma seu compromisso com a transparência, legalidade, integridade e a correta e necessária elucidação dos fatos”, informou a SSP.

Enterro e velório

A jovem foi velada e sepultada nesta sexta-feira (02), no Cemitério Valle dos Reis, em Embu das Artes (SP).

Quem era Maria Eduarda?

Maria Eduarda Nascimento tinha 24 anos e faria aniversário na próxima terça-feira (6). Jovem trabalhava em uma empresa de tecnologia e costumava relatar sobre seu trabalho nas redes sociais.

A VTEX Brasil, companhia em que ela atuava, publicou uma nota de pesar e lamentou o caso. 

“Por mais de dois anos, Duda trabalhou de perto conosco, se tornando uma presença muito especial. Mais do que o papel importante que ela desempenhou e da dedicação que colocava em tudo o que fazia, o que vai ficar conosco é sua gentileza, generosidade, alergia e cuidado”, diz o comunicado.

Os amigos se referiam carinhosamente à ela como ‘Duda’. Nas redes sociais, a descreveram como “doce” e de “energia única”. “Tem gente que tem o dom raro de sorrir com a alma e você é uma dessas pessoas. Seu sorriso transbordava uma alergia única de viver e uma luz impossível de explicar”, escreveu uma colega.

“É com esse sorriso que sempre viu me lembrar de você. Da sua doçura, da sua Luz, da forma linda como você enxergava a vida e da profissional incrível que era”, comentou outra amiga.


Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN por yasminjesus.

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