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Lucro da Stellantis aumenta à medida que cortes de custos ganham força

Lucro da Stellantis aumenta à medida que cortes de custos ganham força

A Stellantis divulgou nesta quarta-feira (28) um aumento no lucro operacional do ​terceiro trimestre e afirmou que seu ​programa de corte de custos estava ganhando ritmo, reforçando as expectativas de um quarto trimestre mais sólido e levando as ações da montadora a uma alta de mais de 6%.

O grupo franco-italiano afirmou que seu Programa de Criação de Valor, um plano de redução de custos ⁠e aumento de eficiência ​em todo o grupo lançado este ano pelo presidente-executivo Antonio ​Filosa, estava ganhando força rapidamente, com benefícios visíveis no terceiro trimestre.

“Continuamos ⁠no caminho certo para implementar ⁠pelo menos 40% do total de 6 bilhões de euros ​em ‌ganhos de eficiência até o final deste ano”, disse Filosa em ⁠comunicado.

A fabricante da Fiat e da Jeep disse que espera obter economias no quarto trimestre na “ordem de centenas de milhões de euros”, ou cerca de ‌500 ⁠milhões de ‌euros (US$ 556 milhões), aproximadamente o dobro do valor alcançado no período de julho a setembro.

As ações do grupo, listadas na Bolsa de Milão, registravam ⁠alta de 5,8%.

A Stellantis também confirmou ⁠suas previsões para 2026 e uma meta muito aguardada de retornar à geração de ‌fluxo de caixa positivo em 2027.

No terceiro trimestre, o lucro ajustado antes de juros e impostos da Stellantis subiu para 256 milhões de euros, ante 90 milhões de euros no mesmo período do ‌ano anterior.

Esse valor ficou acima da previsão de 191 milhões de euros de uma pesquisa da Reuters com analistas, que se preparavam ⁠para um trimestre fraco antes de um desempenho mais forte esperado na reta final do ano.

A receita do terceiro trimestre permaneceu praticamente inalterada ​em 37,6 bilhões de euros, com ligeiros aumentos na Europa e na ​América do Sul e uma queda de 3% na América do Norte, que historicamente tem sido o mercado mais lucrativo da Stellantis.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN por reuters.

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