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Países reforçam na ONU defesa do Direito Humanitário em guerras

Países reforçam na ONU defesa do Direito Humanitário em guerras

© Ricardo Stuckert/PR/ARQUIVO

Brasil, África do Sul, China e França, entre outros países, se reuniram durante a Assembleia Geral da ONU para fortalecer o compromisso político com o Direito Internacional Humanitário.

O encontro aconteceu nessa quarta-feira, durante a semana de alto nível da ONU que acontece em Nova York.

O Brasil foi representado pelo ministro Mauro Vieira, ao lado dos ministros das Relações Exteriores da África do Sul, Cazaquistão e Jordânia, junto com representantes de alto nível da China e França e da presidenta do Comitê Internacional da Cruz Vermelha.

A iniciativa sobre o Direito Internacional Humanitário foi lançada há dois anos pelos seis países e já conta com 118 nações participantes.

Ela reconhece que os Estados têm a responsabilidade de defender, implementar e aplicar as Convenções de Genebra em todas as circunstâncias, inclusive em situações de ocupação.

Segundo o vice-primeiro-ministro da Jordânia, mais de 130 conflitos armados ao redor do mundo enfrentam realidades inaceitáveis.

Ayman Safadi citou como exemplo o conflito na Faixa de Gaza.

“A seletividade não se aplica quando se trata de conflitos; isso se aplica a Gaza, à questão palestina onde temos ocupação que nega a 5 milhões de pessoas seus direitos à liberdade, à constituição de um Estado. Temos o direito das pessoas à alimentação, a escolas e hospitais violado por um governo israelense que continua a desafiar o direito internacional, a afrontar o direito internacional, e fez isso porque goza de impunidade há muito tempo”, diz.

Em dezembro, a Jordânia vai sediar a primeira conferência de alto nível para defender a humanidade na guerra.


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Conteúdo reproduzido originalmente em: Agencia Brasil por Gabriel Corrêa – Repórter da Rádio Nacional.

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