Após seis dias de pronunciamentos no plenário das Nações Unidas em Nova York, o presidente da Assembleia Geral afirmou que a paz se sobressaiu como a demanda principal e mais urgente da comunidade internacional.
Ao todo, 194 oradores discursaram durante a semana de alta diplomacia.
No encerramento, nessa segunda, o presidente da Assembleia Geral, Khalilur Rahman, enfatizou as preocupações com os sofrimentos humanos em Gaza, e a persistência de conflitos no Oriente Médio, na Ucrânia, no Sudão e em Mianmar.
Rahman reconheceu que apenas parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável está no caminho para ser cumprida até 2030.
O presidente da Assembleia destacou o avanço das discussões sobre Inteligência Artificial. Há quatro anos, o assunto foi citado por apenas cinco delegações. Desta vez, por 128. Mais que os discursos sobre mudanças climáticas e direitos humanos. Sobre o tema, Rahman lembrou a fala do primeiro-ministro da Albânia, Edi Rama, de que “nenhuma máquina possui legitimidade democrática”.
O presidente da Assembleia lamentou a ausência do continente africano entre os membros permanentes do Conselho de Segurança e classificou como uma injustiça histórica.
Entre outubro e dezembro, os 193 países integrantes continuam os trabalhos na ONU em seis Comissões Principais.
Após recomendação do Conselho de Segurança, a Assembleia também deve nomear o próximo Secretário-Geral da ONU, que substituirá António Guterres a partir de 1º de janeiro de 2027.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: Agencia Brasil por Gabriel Corrêa – Repórter da Rádio Nacional.
