O São Paulo exibiu as seguintes mensagens no estádio: “Proibir não é proteger” e “A proibição não acaba com as apostas”.
🚨 AGORA | Protesto nas placas de publicidade do Brasileirão durante São Paulo x Santos, no Morumbis:
“Proibir não é proteger.”
“A proibição não acaba com as apostas.”
📸 Reprodução/Sportv/Premiere pic.twitter.com/6c56iqHt9T
— Planeta do Futebol 🌎 (@futebol_info) October 2, 2026
O São Paulo, ao lado de Ponte Preta, Vitória, Guarani e Portuguesa, entraram com uma petição conjunta na última quinta-feira (1º/10) no Supremo Tribunal Federal (STF). Os clubes solicitam a participação nas discussões sobre a Medida Provisória (MP) nº 1.394, de 25 de setembro de 2026, assinada pelo presidente Lula, que proibiu a atuação das plataformas de apostas esportivas no país.
Entre no canal de WhatsApp
do Metrópoles
Segundo os clubes, a proibição das plataformas de apostas no Brasil gera impacto em patrocínios e acordos firmados a longo prazo, prejudicando o planejamento financeiro das equipes.
O pedido das agremiações é de suspensão dos efeitos da MP, além da criação de um período para transição. Segundo os times, o prazo atual para a retirada de patrocínios e publicidades é de 10 dias.
MP das Bets
A Medida Provisória nº 1.394, de 25 de setembro de 2026, proibiu as apostas e os jogos virtuais on-line no país. O assunto tem gerado enorme repercussão no meio esportivo, especialmente no futebol.
Clubes das principais divisões do futebol nacional se manifestaram contra a medida, em conjunto com federações estaduais (como as de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia).
Apesar das proibições formalizadas em uma Medida Provisória (MP) e assinada pelo presidente Lula, ela será enviada ao Congresso Nacional. Para se tornarem leis definitivamente, precisam ser votadas em até 120 dias na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.
A medida acerta em cheio os clubes de futebol da Série A do Campeonato Brasileiro. No total, 14 das 20 equipes da elite são patrocinadas por alguma casa de aposta. Somente Bahia, Mirassol, Athletico-PR, RB Bragantino, Internacional e Coritiba não recebem investimentos de bets.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Metrópoles.
