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O último ato de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), uma caminhada na capital paulista neste sábado (3), registrou um princípio de confusão entre militantes e a PM (Polícia Militar) do estado.
Segundo relatos de dirigentes petistas, a corporação insistiu para que a campanha mobilizasse seus caminhões na Rua Augusta, de maneira a liberar o tráfego de veículos na Avenida Paulista.
Acontece que o TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo), em decisão na véspera, autorizou a realização da caminhada, mas indicou que o ato não poderia obstruir a Avenida Paulista.
O coordenador da campanha de Lula em São Paulo, Marco Aurélio de Carvalho, discutiu com policiais no momento de maior tensão. Militantes reclamavam que a caminhada não poderia começar, e avançar na Rua Augusta, sem a presença de Lula.
O presidente Lula, durante a caminhada, falou sobre o tema e reclamou da ação policial. “Eles não podem transformar a Paulista em um palanque da extrema-direta. A Paulista é do povo brasileiro, não da extrema direita”, afirmou.
A militância presente vaiou policiais, e outros candidatos presentes criticaram a ação da corporação. A PM disse em nota que não houve qualquer impedimento para o percurso dos presentes.
Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN por renatasouza.
