O SERINGAL

PLANO B DE GLADSON PODE COLOCAR DONA BETH CAMELI NA DISPUTA AO SENADO

Se a candidatura de Gladson Cameli ao Senado não for possível, o grupo político já teria um nome capaz de mudar o cenário da disputa:  a tia, Dona Beth Cameli, viúva do ex-governador Orleir Cameli.

Discreta, de forte identificação com a história política do Acre e lembrada pela atuação à frente da Assistência Social durante o governo do marido, Dona Beth carregaria consigo o legado de Orleir Cameli e uma imagem construída longe das disputas e desgastes da política cotidiana.

À época, sua atuação teria alcançado mais de 80% de aceitação popular, índice semelhante ao atribuído ao próprio Orleir Cameli.

Uma eventual candidatura de Dona Beth ao Senado também produziria uma configuração inédita na chapa majoritária: três mulheres — Mailza Assis, Jéssica Sales e Beth Cameli — ocupando posições centrais na disputa eleitoral de 2026.

O fator mais relevante, porém, seria sua capacidade de transformar memória política em votos. Dentro desse cenário, aliados avaliam que Dona Beth poderia surgir não apenas como uma alternativa para substituir Gladson, mas como um dos nomes mais votados para o Senado, disputando diretamente a condição de primeiro ou segundo voto do eleitor acreano.

O plano B, portanto, deixaria de ser apenas uma solução de emergência e poderia se transformar em uma candidatura com identidade própria, sustentada pelo legado de Orleir, pela imagem discreta de Dona Beth e pela força simbólica de uma mulher que retorna à cena política décadas depois.

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