Na tarde deste sábado, 16, a Polícia Civil do Acre, em ação conjunta com a Polícia Federal e apoio da Polícia Nacional do Peru, realizou a prisão de Jackson Chaves de Souza, de 26 anos, apontado como uma das lideranças de uma organização criminosa atuante no estado. O homem foi detido na Ponte da Amizade, que liga o município acreano de Assis Brasil a Iñapari, no Peru.
Jackson estava foragido da Justiça acreana desde 2021 e vinha se escondendo em território peruano. Na noite da última sexta-feira, 15, ele já havia sido capturado pela polícia peruana na cidade de Porto Maldonado, portando documentos falsos e sendo investigado por suspeita de envolvimento em diversos crimes no distrito de Madre de Dios.
No Brasil, o criminoso responde a processos por tráfico de drogas, homicídios e corrupção de menores, figurando na lista de foragidos de alta periculosidade acompanhados pelo setor de inteligência da Polícia Civil do Acre.
A operação que resultou na captura foi coordenada pelo Departamento de Polícia da Capital e Interior (DPCI), com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), da Delegacia-Geral de Assis Brasil e da Polícia Federal, reforçando a integração das forças de segurança no combate ao crime organizado.
O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, destacou a importância da prisão.
“Essa captura é fruto de um trabalho de inteligência contínuo, determinado pela Direção-Geral da Polícia Civil, para identificar, relacionar e acompanhar foragidos de alta periculosidade que praticaram crimes no Acre e se refugiaram em países vizinhos. A cooperação entre as polícias do Brasil e do Peru foi fundamental para alcançarmos esse resultado. A prisão de Jackson representa um golpe importante contra o crime organizado e reforça nosso compromisso em combater, de forma firme e integrada, organizações criminosas que atuam na região de fronteira”, afirmou.
A Polícia Civil segue monitorando outros foragidos considerados de alta periculosidade, reforçando a atuação conjunta com países vizinhos para garantir a segurança da população acreana.
Chanceler alemão participa de reunião com Trump e Zelensky na Casa Branca
O chanceler alemão, Friedrich Merz, acompanhará o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e outros líderes europeus em uma visita a Washington na segunda-feira (18) para discussões com o presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a Ucrânia, informou o governo alemão no domingo (17).
“As negociações abordarão, entre outros assuntos, garantias de segurança, questões territoriais e apoio contínuo à Ucrânia em sua defesa contra a agressão russa. Isso inclui manter a pressão por sanções”, afirmou o governo.
Em uma publicação na rede social X, Von der Leyen afirmou que foi convidada por Zelensky. “Esta tarde, darei as boas-vindas a Zelensky em Bruxelas. Juntos, participaremos da Coalizão de Vontades VTC. A pedido do presidente Zelensky, participarei da reunião com o residente Trump e outros líderes europeus na Casa Branca amanhã”, disse ela.
This afternoon, I will welcome @ZelenskyyUa in Brussels.
Together, we will participate in the Coalition of Willing VTC.
At the request of President Zelenskyy, I will join the meeting with President Trump and other European leaders in the White House tomorrow.
Marco regulatório traz segurança jurídica, mas pouca concorrência de ônibus
O novo marco regulatório do transporte rodoviário interestadual de passageiros, estabelecido pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), completou um ano de vigência.
A norma foi estabelecida, segundo o órgão, com objetivos de garantir a prestação adequada do serviço, promover maior concorrência entre os operadores com menos burocracia, e priorizar a segurança viária, jurídica e dos direitos dos passageiros.
Além disso, a ANTT busca com a nova legislação reduzir a concentração de mercado com abertura gradual e planejada, e incentivar a universalização do acesso ao serviço, especialmente em regiões de menor atratividade econômica.
No entanto, dados obtidos e analisados pela CNN indicam que esses objetivos estão longe de se concretizar. Desde a entrada em vigor da norma, em agosto de 2024, até julho deste ano, o número de empresas autorizadas a operar no setor cresceu apenas marginalmente — de 186 para 190.
Da mesma forma, o aumento na quantidade de mercados atendidos (combinações de origem e destino) foi de apenas 4,88%, passando de 42.844 para 44.935, o que revela um avanço tímido frente às metas propostas pela Agência.
Procurada pela CNN, a ANTT informou que houve um aumento de 25% na janela extraordinária, período específico e excepcional em que a Agência abre a possibilidade para que empresas interessadas solicitem autorizações para operar em novos mercados.
A nova regulamentação, segundo o órgão, já atende 1.281 mercados que estavam desassistidos.
Entraves ao longo dos anos
Pelo menos desde 2014, há mudanças nas normas para operação de empresas de ônibus no transporte interestadual. A ANTT passou a adotar o regime de autorização para o transporte rodoviário interestadual, eliminando a exigência de licitação e prometendo abertura de mercado.
Em 2015, o órgão publicou uma resolução que previa a abertura do mercado em 2019, com liberdade de preços e entrada de novos operadores. No entanto, a Agência não realizou estudos técnicos nem definiu critérios objetivos, convertendo autorizações antigas em definitivas e bloqueando novos concorrentes.
Em resposta, o Executivo editou o Decreto nº 10.157/2019, reforçando a livre concorrência.
A ANTT reconheceu a defasagem normativa e iniciou a análise de pedidos represados. Situação que fez a entrada de novos operadores e a oferta de serviços melhorou.
Mesmo assim, a abertura para novas empresas seguiu limitada. Nesse modelo, o setor permaneceu fechado à concorrência, favorecendo empresas que já estavam estabelecidas.
Em 2023, o STF (Supremo Tribunal Federal) reconheceu a constitucionalidade do modelo de autorização, desde que respeitados os princípios da livre concorrência e isonomia. No ano seguinte, ocorreu a implementação do novo marco regulatório.
Como avaliam especialistas
“A norma impôs condições restritivas à entrada de novas empresas, como limite máximo de autorizações, períodos fixos de ingresso (janelas regulatórias), exigência de processo seletivo público e até sorteio de mercados. Tudo isso foi direcionado exclusivamente a novos entrantes, blindando as empresas já autorizadas”, avalia Priscila Zanetti, advogada sócia da área de mobilidade do escritório /asbz.
Segundo Zanetti, mesmo após anos de mudanças normativas, a legislação vigente ainda restringe o acesso de novas empresas, favorecendo a permanência dos grandes players e dificultando a renovação e a concorrência no setor.
“Tudo isso acaba impactando diretamente no direito fundamental, que é o transporte, um serviço super essencial”, diz.
“O cidadão brasileiro acaba sendo muito impactado, porque os preços são altos, os serviços são péssimos. São poucas as empresas e sempre as mesmas empresas. Esse monopólio não dá uma evolução no mercado de transporte”, argumenta Zanetti.
Com uma visão diferente, Letícia Pineschi, empresária do setor e conselheira da Abrati (Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros), considera que o marco trouxe segurança jurídica para os empresários e critérios de qualidade para as empresas.
Segundo ela, o marco regulatório estabelece parâmetros técnicos — como a satisfação dos passageiros, a idade média da frota e o cumprimento das normas — para avaliar a qualidade do serviço prestado.
Ela pontua que, caso as empresas apresentem desempenho insatisfatório ou crítico em dois ciclos consecutivos, poderão ter sua licença revogada.
“A criação de um sistema mais meritocrático e eficiente permite com que as empresas se destaquem num ambiente de concorrência. Se hoje nós temos liberdade para pedir linhas, para pedir sessões e horários, é porque está de fato estabelecida e que não há um mercado fechado”, frisa Pineschi.
No entanto, conforme a conselheira da Abrati, empresas que pleitearem devem demonstrar a capacidade técnica e a saúde financeira para que essa linha seja concedida.
“Não se permite mais a venda ou arrendamento de licenças operacionais, algo que acontecia”, relata.
Conforme a representante do setor, o empresário só é capaz de fazer investimentos nos serviços com segurança jurídica. “Então, o novo marco regulatório, sim, a partir do momento que ele fornece essa segurança jurídica, possibilita a implementação de inovação e melhorias.”
Chefe da União Europeia vai se reunir com Trump e Zelensky na Casa Branca
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse em um post no X que se reunirá com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, juntamente com outros líderes europeus na Casa Branca, na segunda-feira (18), a pedido do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.
Ela também disse que receberá Zelensky em Bruxelas ainda neste domingo (17) e participará juntos de uma reunião de líderes europeus.
Em uma publicação na rede social X, Von der Leyen afirmou que foi convidada por Zelensky para a reunião no Salão Oval. “Esta tarde, darei as boas-vindas a Zelensky em Bruxelas. Juntos, participaremos da Coalizão de Vontades VTC. A pedido do presidente Zelensky, participarei da reunião com o residente Trump e outros líderes europeus na Casa Branca amanhã”, disse ela.
This afternoon, I will welcome @ZelenskyyUa in Brussels.
Together, we will participate in the Coalition of Willing VTC.
At the request of President Zelenskyy, I will join the meeting with President Trump and other European leaders in the White House tomorrow.
“Estava praticamente morta”, diz mulher diagnosticada com doença rara
A hemoglobinúria paroxística noturna (HPN) é uma doença rara que atinge apenas 1,3 pessoas a cada milhão. Foi esse o diagnóstico recebido pela pernambucana Thais Cândido, 31 anos, moradora de Olinda, em Pernambuco. Descobrir que tinha uma condição tão incomum foi um choque, especialmente porque sempre se considerou saudável.
“Precisei entender e aceitar aquele diagnóstico porque, se não aceitasse, teria duas batalhas pela frente: a da doença e a da negação”, conta.
Ela começou a sentir fadiga, cansaço intenso e chegou a desmaiar em algumas ocasiões. No início, acreditava que os sintomas eram consequência de uma rotina puxada como operadora de caixa em uma farmácia.
Mas a situação se agravou e, em um dos episódios mais críticos, sua hemoglobina caiu para 1,5 g/dL — muito abaixo do normal, que varia entre 12,0 e 15,5 g/dL para mulheres. Com níveis tão baixos, o sangue não consegue transportar oxigênio suficiente para os órgãos, o que pode causar falta de ar intensa, desmaios e até risco de falência de órgãos vitais.
“Eu estava praticamente morta. Tenho esse exame guardado até hoje, pois ele é uma lembrança de que eu cheguei até aqui e existe um propósito para a minha vida”, relata.
A busca por respostas durou cerca de três meses e incluiu várias consultas em que o diagnóstico não avançava. “Os médicos viam que minha hemoglobina estava baixa, mas não sabiam dizer qual era a causa. Eu só queria entender o que estava acontecendo com o meu corpo”, lembra.
A HPN pode se manifestar de formas diferentes e “imitar” outras doenças mais comuns, explica a hematologista Ana Paula Azambuja, responsável pelo ambulatório de HPN e anemia aplástica do HC de Curitiba.
“Os sintomas variam muito de pessoa para pessoa e podem incluir desde fadiga intensa, anemia e queda de todas as células do sangue até dor abdominal sem causa aparente, urina escura ou episódios de trombose. Alguns sinais menos conhecidos, como dor ao engolir ou dificuldade de ereção, também podem ocorrer, mas muitas vezes passam despercebidos”, afirma.
Devido a essa diversidade de manifestações, o diagnóstico pode levar meses ou até anos. Além disso, a HPN ainda é pouco conhecida por médicos que não são hematologistas, o que faz com que o paciente percorra vários serviços de saúde antes de chegar ao especialista.
Thais começou a sentir fadiga, cansaço intenso e chegou a desmaiar em algumas ocasiões
Diagnóstico e início do tratamento
Thais só conseguiu avançar no diagnóstico quando foi atendida em um hospital público, em 2015, e encaminhada para a Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (Hemope). Lá, exames mais detalhados, como a imunofenotipagem por citometria de fluxo, confirmaram a HPN.
A doença é causada por uma mutação nas células-tronco da medula óssea que faz com que parte das células do sangue perca uma “proteção natural” contra o próprio sistema imunológico, o chamado sistema complemento. Sem essa barreira, as hemácias são destruídas precocemente, causando anemia e outras complicações.
O apoio da família, dos amigos e de associações de pacientes foi fundamental. “Ninguém na minha família tinha sequer ouvido falar na doença. Mas eles estiveram comigo o tempo todo. Eu não teria conseguido sem isso”, afirma.
Thais iniciou tratamentos que não tiveram resultado até conseguir acesso, por meio de ação judicial, à pegcetacoplana. Um mês depois, os efeitos já eram perceptíveis. “Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Não trouxe só saúde, trouxe de volta a vontade de viver”, diz.
A médica explica que a pegcetacoplana pode ser indicada para adultos com diagnóstico confirmado de HPN por citometria de fluxo e anemia associada a atividade hemolítica. “O tratamento é eficaz tanto como primeira linha, em casos com alta atividade hemolítica e necessidade transfusional, quanto como segunda linha para pacientes que não respondem a outros inibidores do complemento”, afirma Ana Paula.
De paciente a apoiadora
Atualmente, Thais trabalha como nail designer e leva uma vida ativa. “Hoje, posso dizer que tenho qualidade de vida. Me sinto mais forte, mais saudável, mais disposta, mais bonita, mais viva”, descreve.
Ela também atua na associação de pacientes e participa de atividades no Hemope, apoiando pessoas recém-diagnosticadas. “Saber que existem pessoas que são iguais a você e que você não está sozinho é muito reconfortante. Se eu consegui, você também conseguirá”, afirma.
Os seis erros que estão causando sua náusea ao treinar
Você chega na academia com a maior empolgação, começa a fazer seu treino e de repente sente aquele enjoo, aquela náusea que acaba com toda motivação. Já passou por isso? A atividade física é sempre um benefício para a saúde, mas essa situação pode acabar com qualquer vontade de treinar.
Náuseas ao treinar é algo mais comum do que se pensa, acontece por alguns motivos, mas também pode ser evitada. Segundo o médico Paulo Muzy, este enjoo pode estar “ligado muito mais com a tua forma de alimentação do que necessariamente alguma coisa relacionada à sua pressão”.
Veja abaixo alguns dos motivos para sentir náusea ao treinar
1 – Exercitar-se no calor ou com ar seco
Temperaturas altas e baixa umidade favorecem a perda de líquidos e a queda da pressão arterial, o que reduz o fluxo sanguíneo e interfere no funcionamento do sistema digestivo.
Leia a reportagem completa no NSC Total, parceiro do Metrópoles.
Metrópoles Endurance Cycling: confira os vencedores em cada categoria
Chegou a hora de celebrar os vencedores do Metrópoles Endurance Cycling! O evento é uma realização do Instituto Nacional de Desenvolvimento Social (IDS), Inbras e Sol Nascente, com apoio da Secretaria de Turismo e parcerias do Dia a Dia Atacadista, Geap e Sesc DF.
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Open Masculina
Thiago Filipe Clemêncio Campos se sobressaiu e fechou o circuito em 31m03s, com Gabriel Cardoso Rosas em segundo, Filipe Anderson Silva de Oliveira em terceiro e Gabriel Rampazzo de Oliveira em quatro.
Thiago tem 26 anos de idade e costuma participar de provas em Brasília e definiu a prova como “espetacular”. O rapaz detalhou a estratégia adotada na prova. “Foi bem rápida, tiveram alguns ataques ali no começo da primeira volta. Na parte de baixo do circuito, quando o pessoal deu uma desacelerada, eu acelerei e o pessoal não conseguiu mais me acompanhar”, revelou.
Por fim, ele explicou a preparação. “Eu já vinha pedalando durante o ano inteiro, seguindo minha rotina normal de treino. Eu foquei um pouquinho mais e já foi suficiente para fazer um bom resultado”, completou.
Categoria Master C1
O vencedor foi Carlos Henrique Nóbrega, com o tempo de 01h02m50s. Fabiano Muniz Teles Brandão e Marcelo Garcia Costa fecharam o pódio, com os tempos de 01h05m15s.
Carlos registrou a melhor volta da prova, com 05m23s.
Categoria Master C2
Abraão Assis Eleutério de Azevedo ficou na primeira colocação. Ele completou o circuito em 01h03m46s. Juliano Montandon, que registrou a melhor volta do circuito, ficou em segundo e Fábio Almeida Esteves chegou em terceiro.
Categoria Master D1
O campeão foi Ubirajara Macedo Lahud, com 51m44s. Álvaro Cambraia Vidal e Marcelo Antônio Serra de Faria fecharam o pódio.
Vidal fechou a melhor volta da prova, com 06m11s.
Categoria Master D2
Leonardo Paulo Matos venceu a disputa com tranquilidade. Ele chegou uma volta à frente dos demais concorrentes. Alfredo Jose Tardem Neto chegou logo atrás e Carlos Augusto Lima completou o pódio.
A prova é mais uma atração do Metrópoles Endurance e chega ao DF após o sucesso das competições de aquathlon, triatlo e natação em águas abertas, realizadas no último fim de semana de julho. Na ocasião, atletas profissionais e amadores participaram do evento que movimentou outro cartão-postal de Brasília: o Pontão do Lago Sul.
Confira as regras gerais da competição
Não é permitido cortar caminho, empurrar outro atleta ou receber ajuda externa.
Uso de fones de ouvido ou qualquer aparelho sonoro durante a prova é proibido.
O atleta pode trocar de bicicleta durante a prova, desde que avise a um fiscal.
Todos os atletas devem conhecer o percurso e estar presentes com antecedência para assinatura da súmula (encerramento 20 min antes da largada).
Onde será a prova?
O circuito terá 3,9 km e será realizado no Eixo Monumental, entre a Praça do Cruzeiro e o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília–DF.
A única categoria que competirá por distância (100 KM) é a Elite masculina, todas as demais disputarão por tempo.
Conforme critérios estabelecidos pela CBC e Federação, os atletas inscritos no Metrópoles Endurance Cycling apenas poderão competir com bicicletas tipo ROAD ou SPEED. Desportistas com bicicletas TT ou MTB não terão direito a participar da prova.
Veja o mapa da prova:
Mapa da prova 100 KM Metrópoles
Confira as categorias do Metrópoles Endurance Cycling:
Elite Masculino
Elite Feminino
Júnior Masculino
Júnior Feminino
Sub-23 Masculino
Sub-23 Feminino
Sub-30 Masculino
Master A1
Master A2
Master B1
Master B2
Master C1
Master C2
Master D1
Master D2
Master Open Feminino
Open Masculino
1ª BATERIA – Largada às 7h
Master C1 (50 a 54 anos) – 17 voltas (66,3 km)
Master C2 (55 a 59 anos) – 17 voltas (66,3 km)
Master D1 (60 a 64 anos) – 13 voltas (50,7 km)
Master D2 (65 a 69 anos) – 13 voltas (50,7 km)
Open Masculino (16+ anos) – 7 voltas (27,3 km)
2ª BATERIA – Largada às 8h10
Elite Feminino (23+ anos) – 21 voltas (81,9 km)
Sub-23 Feminino (19 a 22 anos) – 21 voltas (81,9 km)
Júnior Feminino (17 e 18 anos) – 21 voltas (81,5 km)
Master B1 (40 a 44 anos) – 18 voltas (70 km)
Master B2 (45 a 49 anos) – 18 voltas (70 km)
Master Open Feminino (30+ anos) – 11 voltas (45,5 km)
3ª BATERIA – Largada às 10h20
Elite Masculino (23+ anos) – 26 voltas (101,5 km)
Sub-23 Masculino (19 a 22 anos) – 26 voltas (101,5 km)
Júnior Masculino (17 e 18 anos) – 26 voltas (101,5 km)
Sub-30 Masculino (23 a 29 anos) – 22 voltas (85,8 km)
Master A1 (30 a 34 anos) – 21 voltas (81,9 km)
Master A2 (35 a 39 anos) – 21 voltas (81,9 km)
Inscrição
A inscrição é pessoal e intransferível. Usar o número de outro atleta pode resultar em desclassificação e até punições legais.
O valor da inscrição pode ser parcialmente reembolsado (50%) se o pedido for feito com até 15 dias de antecedência. Após esse prazo, não há devolução.
Segurança e saúde
É obrigatório o uso de capacete duro e afivelado durante toda a prova.
Não é permitido competir com o dorso nu.
Haverá ambulâncias no local, mas o atendimento médico será feito na rede pública.
Categorias
Masculino: Open, Master A1 e A2, B1 e B2, C1 e C2 e D1 e D2, Júnior, Sub-23 e Elite
Feminino: Júnior, Master (30+) e Elite
Regras gerais
Não é permitido cortar caminho, empurrar outro atleta ou receber ajuda externa.
Uso de fones de ouvido ou qualquer aparelho sonoro durante a prova é proibido.
O atleta pode trocar de bicicleta durante a prova, desde que avise a um fiscal.
Todos os atletas devem conhecer o percurso e estar presentes com antecedência para assinatura da súmula (encerramento 20 min antes da largada).
Imagem e mídia
Ao participar, o atleta autoriza o uso de sua imagem em fotos, vídeos e divulgações do evento, sem direito à remuneração.
Reclamações
Só são aceitas por escrito, com taxa de R$ 200, até 30 minutos após a divulgação dos resultados.
O valor é devolvido caso o recurso seja aceito.
Reclamações coletivas não são permitidas.
Observações finais
A organização pode alterar o percurso ou as regras por motivos de segurança, ou força maior.
Todos os participantes assinam um termo de responsabilidade.
A violação das regras pode acarretar desclassificação imediata.
Metrópoles Endurance Cycling: atletas chegam animados para disputas
Os participantes do Metrópoles Endurance Cyclingchegaram animados e ansiosos para a competição de ciclismo em Brasília. A primeira bateria larga às 7h e, com isso, os atletas iniciaram a concentração logo nas primeiras horas do domingo (17/8), no eixo monumental, localizado no coração da capital federal. As provas contam com transmissão ao vivo e com imagens no YouTube do Metrópoles.
O Metrópoles Endurance Cycling é uma realização do Instituto Nacional de Desenvolvimento Social (IDS), Inbras e Sol Nascente, com apoio da Secretaria de Turismo e parcerias do Dia a Dia Atacadista, Geap e Sesc DF.
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Sônia da Costa Rossi, de 50 anos, compete na categoria Master Feminina e chegou animada para a prova. “Vai ser a minha primeira vez nesse trecho, estou bem esperançosa e gostei”, declarou ao Metrópoles.
Ela explicou também o que a motiva no esporte: “Em primeiro lugar, a saúde; também me manter ativa, e eu gosto de pedalar.” Por fim, Sônia elogiou a estrutura do evento: “Muito legal e muito boa. Isso é um incentivo para a gente.”
Edgar Xavier, de 35 anos, participa do Open Masculino e já esteve em outras provas de alto nível. “Esta é minha primeira prova de ciclismo em Brasília, mas já participei dos Jogos Mundiais da Polícia e do Bombeiro em 2025, no Alabama, nos Estados Unidos”, contou.
Atleta de triatlo, ele não costuma competir em provas exclusivas de ciclismo, mas decidiu aproveitar o Metrópoles Endurance. “Esse tipo de competição serve para variar o estímulo, aproveitar o ambiente e agradecer ao Metrópoles pela oportunidade de termos essa prova aqui”, disse.
Por fim, Edgar comentou sobre as condições da prova: “O céu está bonito, o dia está lindo. É uma época boa para a gente ter esse tipo de disputa. Vai ser uma prova bem legal, o percurso é interessante, com essa parte de subida em frente ao Buriti. Acho que vai ser uma prova bem dinâmica e bem legal para a galera.”
Confira a programação deste domingo (17/8):
Primeira bateria – 7h – Master e Open (assista aqui)
Segunda bateria – 8h10 – Elite feminina (assista aqui)
Terceira bateria – 10h – Elite masculina (assista aqui)
O dia ainda vai contar com outras atividades para além da prova. A estrutura do evento conta com espaço kids com brinquedos infláveis e área de alimentação com food trucks. O DJ Nillo Zika comanda a música durante todo o evento.
O Metrópoles realizou, no último sábado (16/8), um congresso técnico para tirar dúvidas dos atletas sobre a competição. A transmissão ao vivo aconteceu no YouTube e no Instagram do Metrópoles. Clique aqui para assistir.
A entrega de kits, realizada nesse sábado (16/8), contou com muita animação e alegria por parte dos atletas. Os competidores compareceram à Praça do Buriti para a retirada do material.
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A prova é mais uma atração do Metrópoles Endurance e chega ao DF após o sucesso das competições de aquathlon, triatlo e natação em águas abertas, realizadas no último fim de semana de julho. Na ocasião, atletas profissionais e amadores participaram do evento que movimentou outro cartão-postal de Brasília: o Pontão do Lago Sul.
Confira as regras gerais da competição
Não é permitido cortar caminho, empurrar outro atleta ou receber ajuda externa.
Uso de fones de ouvido ou qualquer aparelho sonoro durante a prova é proibido.
O atleta pode trocar de bicicleta durante a prova, desde que avise a um fiscal.
Todos os atletas devem conhecer o percurso e estar presentes com antecedência para assinatura da súmula (encerramento 20 min antes da largada).
Onde será a prova?
O circuito terá 3,9 km e será realizado no Eixo Monumental, entre a Praça do Cruzeiro e o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília–DF.
A única categoria que competirá por distância (100 KM) é a Elite masculina, todas as demais disputarão por tempo.
Conforme critérios estabelecidos pela CBC e Federação, os atletas inscritos no Metrópoles Endurance Cycling apenas poderão competir com bicicletas tipo ROAD ou SPEED. Desportistas com bicicletas TT ou MTB não terão direito a participar da prova.
Veja o mapa da prova:
Mapa da prova 100 KM Metrópoles
Confira as categorias do Metrópoles Endurance Cycling:
Elite Masculino
Elite Feminino
Júnior Masculino
Júnior Feminino
Sub-23 Masculino
Sub-23 Feminino
Sub-30 Masculino
Master A1
Master A2
Master B1
Master B2
Master C1
Master C2
Master D1
Master D2
Master Open Feminino
Open Masculino
1ª BATERIA – Largada às 7h
Master C1 (50 a 54 anos) – 17 voltas (66,3 km)
Master C2 (55 a 59 anos) – 17 voltas (66,3 km)
Master D1 (60 a 64 anos) – 13 voltas (50,7 km)
Master D2 (65 a 69 anos) – 13 voltas (50,7 km)
Open Masculino (16+ anos) – 7 voltas (27,3 km)
2ª BATERIA – Largada às 8h40
Elite Feminino (23+ anos) – 21 voltas (81,9 km)
Sub-23 Feminino (19 a 22 anos) – 21 voltas (81,9 km)
Júnior Feminino (17 e 18 anos) – 21 voltas (81,5 km)
Master B1 (40 a 44 anos) – 18 voltas (70 km)
Master B2 (45 a 49 anos) – 18 voltas (70 km)
Master Open Feminino (30+ anos) – 11 voltas (45,5 km)
3ª BATERIA – Largada às 11h
Elite Masculino (23+ anos) – 26 voltas (101,5 km)
Sub-23 Masculino (19 a 22 anos) – 26 voltas (101,5 km)
Júnior Masculino (17 e 18 anos) – 26 voltas (101,5 km)
Sub-30 Masculino (23 a 29 anos) – 22 voltas (85,8 km)
Master A1 (30 a 34 anos) – 21 voltas (81,9 km)
Master A2 (35 a 39 anos) – 21 voltas (81,9 km)
Inscrição
A inscrição é pessoal e intransferível. Usar o número de outro atleta pode resultar em desclassificação e até punições legais.
O valor da inscrição pode ser parcialmente reembolsado (50%) se o pedido for feito com até 15 dias de antecedência. Após esse prazo, não há devolução.
Segurança e saúde
É obrigatório o uso de capacete duro e afivelado durante toda a prova.
Não é permitido competir com o dorso nu.
Haverá ambulâncias no local, mas o atendimento médico será feito na rede pública.
Categorias
Masculino: Open, Master A1 e A2, B1 e B2, C1 e C2 e D1 e D2, Júnior, Sub-23 e Elite
Feminino: Júnior, Master (30+) e Elite
Regras gerais
Não é permitido cortar caminho, empurrar outro atleta ou receber ajuda externa.
Uso de fones de ouvido ou qualquer aparelho sonoro durante a prova é proibido.
O atleta pode trocar de bicicleta durante a prova, desde que avise a um fiscal.
Todos os atletas devem conhecer o percurso e estar presentes com antecedência para assinatura da súmula (encerramento 20 min antes da largada).
Imagem e mídia
Ao participar, o atleta autoriza o uso de sua imagem em fotos, vídeos e divulgações do evento, sem direito à remuneração.
Reclamações
Só são aceitas por escrito, com taxa de R$ 200, até 30 minutos após a divulgação dos resultados.
O valor é devolvido caso o recurso seja aceito.
Reclamações coletivas não são permitidas.
Observações finais
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Eleição na Bolívia pode encerrar quase 20 anos de governos de esquerda
Mais de 7,5 milhões de bolivianos são esperados nas urnas neste domingo (17) para votar nas eleições presidenciais que podem tirar a esquerda do poder após mais de 20 anos de predomínio do MAS (Movimento ao Socialismo).
Apesar de insistentes tentativas, o ex-presidente Evo Morales, que governou o país por quase 14 anos, não foi autorizado pela Justiça a se candidatar para outra reeleição. Já o atual presidente, Luis Arce, que chegou ao poder pela sigla de Evo em 2020, mas rompeu com ele durante o governo, também optou por não concorrer.
Com o partido MAS, que levou ambos ao poder, totalmente dividido e Morales pedindo que a população anule o voto, a esquerda aparenta poucas chances de chegar ao segundo turno com os dois candidatos da sigla, o também ativista cocaleiro e presidente do Senado Andrónico Rodríguez e o ex-ministro de Governo de Arce, Eduardo del Castillo.
O MAS está no poder da Bolívia quase continuamente desde 2006. O partido somente deixou de governar o país entre 2019 e 2020, quando Morales, após eleições presidenciais questionadas, foi pressionado pelas Forças Armadas do país a renunciar.
Em seu lugar, assumiu interinamente a então segunda vice-presidente do Senado Jeanine Áñez. Ela acabou condenada a 10 anos de prisão pelo episódio, considerado um golpe de Estado pelo governismo.
Intenção de voto
O candidato com maior intenção de votos, segundo pesquisa do instituto Ipsos-Ciesmori realizada para a emissora boliviana Unitel, é Samuel Doria Medina, empresário que tenta pela quarta vez chegar à presidência, pela coalizão Alianza Unidad.
Dono das franquias das empresas de fast food BurgerKing e Subway na Bolívia, ele promete resolver, em 100 dias, a escassez de dólares e de combustível que castigam o país, e chega ao pleito com cerca de 21% das intenções de voto.
O ex-presidente Jorge “Tuto” Quiroga aparece como o segundo melhor posicionado para o primeiro turno, com 20% das preferências. Sua passagem pelo governo boliviano, entre 2001 e 2002, se deveu à renúncia do ex-ditador Hugo Banzer, de quem “Tuto” era vice. O direitista promete uma mudança radical no país, que inclui vender para o setor privado todas as estatais bolivianas.
Em terceiro lugar, com cerca de 8,3% das intenções, está Rodrigo Paz Pereira, do partido Democrata Cristão, e na quarta, com 7,7%, o também direitista Manfred Reyes, ex-militar e ex-prefeito de Cochabamba.
Os esquerdistas Andrónico Rodríguez e Eduardo del Castillo aparecem nas longínquas quinta e sétima colocações nas intenções de voto, com 5,5% e 1,5%, respectivamente.
Uma pesquisa de intenção de voto da Atlas/Intel, divulgada na sexta-feira (15), menciona Jorge “Tuto” Quiroga, do Libertad y Democracia, em primeiro lugar com 22,3%, ante ao candidato de centro-direita Samuel Doria Medina, do partido Unidad Nacional, com 18%.
No levantamento da Atlas/Intel, a esquerda surge na sexta posição, Eduardo del Castillo, do partido MAS, com 8,1% das intenções de voto.
Além do próximo presidente e seu vice, os bolivianos também definirão neste pleito os nomes de 36 senadores e 130 deputados.
Como são as eleições na Bolívia
A votação vai das 8h às 16h (das 9h às 17h no horário de Brasília). Se houver fila nas salas eleitorais, no entanto, a votação só terminará depois que todos os presentes votarem. O voto na Bolívia é em papel, por meio de uma grande cédula eleitoral em que o eleitor marca com “x” ou outro símbolo seus candidatos a presidente e vice, e legisladores de preferência.
Após a escolha dos candidatos, a cédula deve ser depositada em uma urna de papelão, com uma abertura coberta por plástico na parte frontal, para tornar seu interior visível.
Os votos são contados pelos mesários e registrados manualmente em uma ata eleitoral, cuja foto é enviada para o centro de contabilização do TSE (Tribunal Supremo Eleitoral da Bolívia), para a divulgação dos resultados preliminares no próprio dia da votação.
O resultado oficial, no entanto, somente será proclamado após a revisão de cada ata eleitoral pelo TSE boliviano.