Manchete
Rejeição crescente: desânimo toma conta dos ministros mais próximos a Bolsonaro
O abatimento tomou conta do círculo mais próximo a Bolsonaro na campanha pela reeleição. Ministros que antes demonstravam otimismo com uma virada do presidente têm andado cabisbaixos nesta semana.
A incapacidade de abaixar a rejeição de Bolsonaro é a maior frustração dos auxiliares do presidente. Um ministro que trabalha na campanha confidenciou que não sabe mais o que fazer para reverter o índice negativo.
Mesmo com todos os benefícios sociais entregues pelo governo, Bolsonaro aparece com uma rejeição superior a 50% nas pesquisas de intenção de voto. O último levantamento do Ipec mostrou que 53% não votariam no presidente de jeito nenhum. Segundo o instituto, a rejeição a Lula é de 35%.
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