Com líder ruim e sem articulação política, Bocalom tenta jogar a opinião pública contra os vereadores

O pedido negado de R$ 340 milhões feito pelo prefeito de Rio Branco Tião Bocalom vem rendendo inúmeros capítulos e desgaste para uma das gestões mais atrapalhadas dos últimos tempos. A uma TV local, ele disse que não irá desistir, e passou a impressão de que as bancadas políticas estariam engendrando contra a gestão.  “A sociedade me conhece. Não farei nenhum tipo de negócio por estar sendo ameaçado de Impeachment”, afirmou.

Não há notícias oficiais de que o prefeito estaria enfrentando um processo de cassação.

Bocalom pegou a sociedade em geral e os vereadores de surpresa, pois falava repetidamente ter milhões em caixa e de uma hora para outra propõe o maior empréstimo da história da capital. A condução iniciou errada na câmara, pois seu líder na casa é o vereador João Marcos Luz, que destrata colegas e usa arrogância para tentar impor o modelo Bocalom de gerir. Por outro lado, o prefeito perdeu seu articulador político Helder Paiva, que era o melhor dentre os que dialogavam com a câmara e quem entrou no circuito foi o secretário da casa civil, o Valtinho, cuja rejeição é homérica.

Saiu tudo errado e agora o prefeito Tião Bocalom está buscando uma maneira para retomar o projeto. Ele encontra resistência dos vereadores. Acuado e sem saber o que fazer, o prefeito parte para o ataque e insinua desonestidade por parte dos parlamentares, o que aumentou a revolta de alguns e abriu maiores dificuldades para esse projeto ser aprovado. Bocalom precisa reorganizar sua base, repensar sua liderança no parlamento e achar um bom articulador urgente.

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