quarta-feira, abril 24, 2024
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Antônia Lúcia entrega provas contra Gabriela Câmara ao STF, Senado e ao ministro da Justiça; áudio mostra ” tortura” contra neta de 6 anos

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A deputada Antônia Lúcia entregou ao ministro Sílvio Almeida (Direitos Humanos) o inteiro teor do processo que apura supostas agressões física e sexual contra suas duas netas menores (crianças).

O ministro Gilmar Mendes e Rosa Webber (STF) também receberam os documentos, além da senadora Damares Alves.

A parlamentar fez um apelo às autoridades judiciárias federais para que evitem tráfico de influência capaz de estancar a apuração das denúncias. Os alvos centrais das graves denúncias passaram a ser a própria filha da deputada, Gabriela Câmara (diretora do Iteracre), e seu marido, Cristian Sales, filho do deputado estadual Manoel Moraes.

Gabriela Câmara, diretora do Iteracre

A reportagem de oseringal teve acesso, com exclusividade, a um áudio estarrecedor (ouça abaixo), em que Gabriela castiga duramente a filha de 6 anos. Ouve-se barulhos que a deputada afirma serem açoites (espancamento). A menina grita, chora desesperadamente e chama pelo pai, enquanto uma voz de homem, ao fundo, pede para a mãe parar. O desespero da criança comove.

Manoel Moraes, por outro lado, acusa a deputada de manter as netas em “cárcere privada”, o que não foi comprovado. As meninas foram retiradas pela avó da casa da mãe após surgirem indícios de que elas estavam sendo abusadas e agredidas. Em nota, Gabriela chegou a dizer que a mãe “sequestrou suas filhas”. O caso corre em segredo de justiça e a deputada, segundo a sua assessoria, acredita que, pelas provas apresentadas, a justiça não irá tirar as netas do seu convívio.

Fontes ligadas à deputada disseram reservadamente, há pouco, que ela vai pedir uma perícia “para não deixar dúvidas que a filha espancava a criança dentro de casa”.

“O Ricardo (pai biológico das meninas) já estava separado da Gabriela”, afirma.

A voz na gravação seria de Cristian Sales, pivô de uma denúncia paralela de suposto abuso sexual contra a criança.

“Isso ( o castigo) era porque a criança demorou na igreja. A menina precisava comer logo por que a Gabriela precisava chegar às pressas em outro culto, onde ela iria junto com alguém da família. Um verdadeiro absurdo”, contou.

O pai biológico das meninas sofria de depressão e foi obrigado a se manter longe, por força de uma medida protetiva conquistada pela Gabriela.

Os ministros do STF e da Justiça não se manifestaram.

 

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