quinta-feira, maio 23, 2024
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Bilionário sem voto pode ter mandato tampão de novo pelo Acre; Meire Serafim deve ser secretária por aliança PP/Bocalom; Entenda

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A deputada federal Meire Sefarim (União Brasil) deve ser nomeada secretária da Mulher, no Governo do Acre. O afastamento dela da Câmara Federal, que depende de detalhes, atende a uma costura para empoderar o prefeito Tião Bocalom (PL), atrás nas pesquisas eleitorais para a sucessão em Rio Branco.

Esse cenário poria de vez o secretário Alysson Bestene como vice do prefeito da capital.

O vice de Bocalom, neste momento, é indicação do União, mais precisamente do médico Fábio de Rueda, que encerrou o mandato tampão de deputado federal na vaga de Eduardo Velloso, por quatro meses. O União e o PL trouxeram Bolsonaro ao Acre, o que oxigenou a pré-campanha de Bocalom, mas impôs indicar o vice, incondicionalmente, de olho em assumir a Prefeitura de Rio Branco com uma possível candidatura de Bocalom ao Governo do estado (caso ele seja eleito).

Velloso, aliás, reassumiu a cadeira na sexta-feira. Rueda é um cardiologista do Estado de Pernambuco que fracassou na milionária campanha para deputado em 2022.

O médico voltaria à Câmara na cadeira de Meire, que, passando a secretária de governo, atenderia ao pesado lobbye dos Rueda por poder em Brasília sem ameaçar o derrame de dinheiro (fundo eleitoral) da legenda que é presidido nacionalmente pelo irmão dele, Antônio de Rueda, e tem como tesoureira (a dona do cofre) uma de suas irmãs.

Aliados do prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, festejam a costura. O prefeito, por sua vez, disse que “o martelo não está batido ainda”. Mazinho avalia qual benefício esse cenário traria para seu grupo no quarto maior colégio eleitoral do Acre, onde seu indicado para prefeito, o vereador Alípio Gomes, também seria derrotado se as eleições fossem hoje.

Em tempo: tudo precisa ser combinado com o governador, que é do mesmo partido de Gerlen Diniz, progressista, principal rival de Mazinho e líder nas pesquisas eleitorais.

Mazinho é do Podemos, que pode tirar a mulher do União, que estaria agraciado com a vaga de deputado federal, que abdicaria da indicação de vice do Bocalom, que vê na aliança com Alysson a esperança de derrotar Marcus Alexandre.

A imagem que ilustra esse artigo mostra, no suntuoso gabinete do União, em Brasília,  Mazinho, Fábio e o irmão dele, e o deputado Gilberto Lira, ex-vice prefeito de Sena.

 

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