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Bocalom mentiu sobre judicialização para não fazer ruas do povo, diz Marcus em debate na Ufac

Por REDAÇÃO 20/09/2024 21:03

Nenhum órgão fiscalizador ou instância judiciária tem registros que comprovem a judicialização do Programa Rus do Povo. Esta informação comprova que o prefeito Tião Bocalom mentiu  quando alegou estar impedido de melhorar os mais de 700 acessos urbanos nos centenas de bairros da capital. O prefeito alega até hoje haver irregularidades na obra executada há vários anos.

O assunto pautou o início do debate desta noite, promovido pelo Curso de Jornalismo da Ufac, e quem levantou a questão foi o candidato Jenilson leite (PSB), numa indagação ao engenheiro Marcus Alexandre (veja a resposta dele abaixo). Todos lamentaram a ausência da prefeitura em obras que beneficiariam quase 300 mil cidadãos na capital.

“Ao invés de trabalhar, ele (Bocalom) bota a culpa nos outros. Ao assumir, disse que tinha dinheiro em caixa para investir em urbanismo. Hoje, a prefeitura está endividada após tantos empréstimos contraídos. Nós vamos descobrir para onde esses recursos foram. O que é feito hoje não segue a boa técnica por que é feito às pressas, em época de eleição. Não se admite jogar asfalto no meio da rua e deixar as laterais sem calçamento, no barro”, disse Marcus.

Ruas do Povo: O que aconteceu

O Ministério Público  recomendou Bocalom a contratar uma perícia independente para fotografar e registrar em vídeos a situação atual do Ruas do Povo. E, após isso, o gestor municipal poderia, querendo, mover uma ação judicial pedindo apuração em supostas ilegalidade. O promotor de Justiça Luís Henrique Rolim, titular da Promotoria Especializada de Habitação e Urbanismo do Acre, no entanto, ao sugerir a chamada “preservação de provas”, foi incisivo ao afirmar que “ao prefeito cabe a obrigação de fazer”, esclarecendo a questão de uma vez por todas. Bocalom leva a culpa por omissão, o que pode explicar a sua ausência nas casas dos moradores que habitam acessos críticos em Rio Branco. O prefeito tem aparecido na carroceria de caminhonetes, acenando e pedindo votos, e evita o chamado corpo a corpo com a população pobre.

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