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O desastre Bocalom: rebaixada, Rio Branco tem piores notas em saneamento, trabalho digno, infra e crescimento econômico

Por REDAÇÃO 12/11/2024 04:38 Atualizado em 13/11/2024 16:00

Por Jornal A Tribuna

Rio Branco ocupa a 4554ª posição no Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades – Brasil (IDCS-BR), levantamento que monitora o progresso dos municípios nas metas globais estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) para 2030. Esta é a terceira atualização do ranking, e a capital apresentou baixo desempenho com uma pontuação geral de 40,41 em 100 pontos, abaixo da média recomendada pela ONU. Ao todo, foram avaliados 5.570 municípios.

Entre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), Rio Branco teve resultados positivos em apenas uma das áreas: Energias renováveis e acessíveis. No entanto, a cidade
apresentou desempenho insuficiente em oito objetivos, com destaques negativos nas políticas para Igualdade de Gênero, Água Potável e Saneamento, Trabalho Digno e Crescimento Econômico, Indústria, Inovação e Infraestrutura, além de questões ligadas à preservação ambiental, proteção animal e consumo sustentável.

A cidade tem apresentado uma queda contínua no ranking desde o primeiro levantamento do IDCS-BR. Inicialmente, Rio Banco registrou uma nota de 48,85, que caiu para 44,21 na segunda atualização e chegou a 40,41 na última avaliação, acumulando uma queda de 8,6% em três edições.
Em nenhuma das versões analisadas, Rio Branco ultrapassou a marca dos 50 pontos. É importante ressaltar que as avaliações do IDCS-BR se basearam apenas
em dados públicos disponíveis, o que pode ter impactado na pontuação da cidade.

Cenário nacional
O Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades revelou que 51,3% dos municípios
brasileiros apresentam um nível baixo de desenvolvimento sustentável. Apenas 1,6% das
cidades atingiram um nível alto, enquanto 16,8% se encontram no nível muito baixo.
Entre as regiões, o Norte concentra o maior número de cidades com índice muito baixo, com média de 38,8 pontos. No geral, o Sul e Sudeste obtiveram médias
acima dos 50 pontos, indicando um desempenho mais positivos em relação ao restante do país.

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