Início / Versão completa
Manchete

Acre: mototaxista acusado de matar engenheira por asfixia enfrenta novo Júri Popular; Entenda

Por REDAÇÃO 25/05/2025 11:57
Pela segunda vez o mototaxista Giane Justo de Freitas vai ser julgado pelo homicídio da engenheira civil Silvia Raquel Mota, assassinada em 2014. A sessão é prevista para dois dias  no plenário da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditória Militar, no Fórum Criminal, em Rio Branco.
Na segunda-feira, 26, primeiro dia de julgamento, serão ouvidas as testemunhas de acusação e defesa do processo.
No segundo dia, acontece o interrogatório do réu e os debates entre o promotor e os advogados.
A engenheira civil Silvia Raquel, então ex-mulher de Giane, foi encontrada morta dentro de uma caixa d’água na casa dela, em 19 de agosto de 2014. A causa do óbito foi asfixia mecânica, ou seja, afogamento.
Apontado como autor do crime, Giane Justo, o ex-marido, foi preso e condenado a 19 anos de prisão, em 2019.
Na época, o Ministério Público do Acre recorreu da sentença. A Câmara Criminal acatou o recurso e aumentou a pena do réu para 24 anos.
O promotor  do caso alegou que o ex-marido agiu com frieza e planejou contra a ex-mulher, por não aceitar o fim do relacionamento.
O advogado Sanderson Moura, que atuava na defesa do  mototaxista, recorreu da decisão à instância superior.
 O criminalista  alegou que duas testemunhas do caso, mesmo com as solicitações feitas, não chegaram a ser ouvidas à época do julgamento, o que teria causado prejuízo ao seu cliente.
Em novembro de 2023, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu anular o júri.
A expectativa agora é que as duas testemunhas sejam ouvidas no plenário da 2ª Vara do Tribunal do Júri.
Recomendado
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.