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Manchete

Jornal diz que facção deu 24 horas para Bocalom retirar Centro Pop da Baixada, e mansão pode ser incendiada

Por REDAÇÃO 22/05/2025 07:34 Atualizado em 22/05/2025 07:40

O Jornal A Tribuna trás, em sua edição desta quinta-feira, como manchete principal de capa, a informação preocupante de que uma organização criminosa teria dado 24 horas para o prefeito Tião Bocalom retirar o Centro Pop do entorno da Baixa da Sobral. O noticiário fala na divulgação de um espécie de salve, mas o documento não é exposto na página de opinião que hospeda a notícia. O seringal conversou com um vereador que integra a base aliada do prefeito, e ele abriu um diálogo que manteve, nos corredores da prefeitura, com o secretário João Marcos Luz.

O parlamentar lembrou que a permanência de moradores em situação de rua na região “vai destruir o comércio da Leblon e da Avenida Sobral, impor medo às três escolas estabelecidas ali, lascar o público que vai na UPA e acabar com a galera da secretaria de Educação que estaciona carro nas ruas próximas, além de haver ataques aos idosos no restaurante popular, onde todos irão fazer as refeições no mesmo horário. A reação do secretário foi a seguinte: “não tem volta, a decisão já está tomada”.

Um membro da comissão de moradores que organiza a resistência contra o Centro Pop ali disse na manhã desta quinta-feira que a mansão alugada pelo município pode sofrer um atentado. “Botar fogo é uma idéia radical demais, mas é o que estão planejando, uma vez que a inquietação é muito grande por que o prefeito e o secretário desprezam as preocupações da comunidade com a possível elevação de violência”, afirmou pedindo anonimato.

O Centro Pop fecha sempre às 16 horas e não abrir nos feriados e finais de semana. Á noite não tem segurança, nem por câmeras, nem por vigilância humana.

“Não ter ouvido a gente foi muito ruim para o Bocalom, que esteve aqui, pedindo votos nas duas campanhas dele. Não sei o que passa pela cabeça desse homem”, concluiu.

Qualquer sinistro no imóvel será reparado pela prefeitura. O contrato de aluguel tem cláusulas que obrigam a prefeitura a ressarcir os proprietários diante de incêndios, depredações e outros.

Mesmo com a mudança de móveis, feita na calada da madrugada, ontem, os moradores mantém vigília em frente ao imóvel.

 

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