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Do atrito à possível aliança: Mara Rocha, a combatente mais votada da história do Acre ou Márcio Bittar, o político de gabinete?

Por REDAÇÃO 20/02/2026 23:23

De um lado, a mulher que quebrou recordes históricos de votação; do outro, o senador que dominou as chaves do Orçamento da União. O que antes era um cenário de faíscas e distanciamento entre Mara Rocha e Márcio Bittar, agora se desenha como possível aliança pragmática para consolidar a hegemonia conservadora no estado. O tabuleiro político acreano para 2026 começa a ganhar contornos pós Carnaval.

Mara Rocha traz consigo o recall eleitoral e a conexão direta com o produtor rural e as bases conservadoras que a transformaram na deputada federal mais votada da história do Acre. Sua imagem de “combatente” é o combustível ideal para a militância.

Márcio Bittar, por sua vez, entra com o músculo político, como se fora estrategista que garante que a chapa tenha viabilidade e suporte estrutural.

🏛️ Desempenho e Produção Legislativa

Ambos construíram carreiras sólidas no Legislativo, mas com estilos e focos distintos:

Mara Rocha: A Voz do Setor Produtivo e da Fiscalização

Márcio Bittar: O Articulador de Orçamentos


⚡ O Histórico de Rixas: Do Atrito à Aliança

A relação entre os dois nem sempre foi de “chapa branca”. O ponto de maior tensão ocorreu no ciclo entre 2020 e 2022:

  1. A Disputa por Espaço na Direita: Durante o governo Bolsonaro, ambos competiam pelo protagonismo do bolsonarismo no Acre. Houve momentos de “vácuo” na comunicação, onde um ignorava as entregas do outro para tentar capitalizar individualmente o apoio do ex-presidente.

  2. O Racha do Grupo Rocha: Mara e seu irmão, o ex-vice-governador Major Rocha, tiveram divergências públicas com Bittar sobre a condução das alianças para a sucessão estadual. Em 2022, Mara saiu para o Governo pelo MDB, enquanto Bittar focava em candidaturas próprias e na sua influência no União Brasil, fragmentando o bloco que derrotou o PT em 2018.

  3. Críticas sobre Destinação de Recursos: No passado, Mara chegou a questionar a forma como Bittar centralizava as decisões sobre as emendas de relator, sugerindo uma distribuição menos técnica e mais política.


📈 Capital Político para 2026

A possível chapa para o Senado em 2026 — que pode contar com o apoio de Alan Rick (pré-candidato ao Governo pelo Republicanos) — une dois públicos complementares:

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