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CPI do Crime Organizado de ouvir Eduardo Leite nesta quarta-feira (11)

Por CNN 11/03/2026 02:40 Atualizado em 11/03/2026 02:40

A CPI (comissão parlamentar de inquérito) do Crime Organizado deve ouvir o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), nesta quarta-feira (11). O chefe do Executivo gaúcho deve falar sobre a atuação das facções criminosas no estado as ações do governo no combate ao crime. A comissão ainda tem na pauta a votação de requerimentos de convocação e de quebra de sigilo.

O colegiado ainda convocou para esta quarta-feira a oitiva de João Carlos Falbo Mansur, ex-presidente do Conselho de Administração da Reag Investimentos. Até o momento não há confirmação sobre as presenças.

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Entre os requerimentos na pauta está a convocação do ex-diretor de fiscalização do Banco Central Paulo Sérgio Neves de Souza e do ex-servidor Belline Santana do Banco Central. Ambos foram alvo de operação da PF (Polícia Federal) no âmbito das investigações sobre o Banco Master.

A CPI também deve votar a quebra de sigilo de Fabiano Campos Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro.

A CPI do Crime Organizado tenta avançar sobre o caso do Banco Master, mas tem enfrentado reveses. Na última quarta-feira (4) estava marcada a oitiva de Vorcaro e do cunhado Fabiano Campos Zettel, mas a sessão acabou cancelada diante da ausência dos convocados.

Nessa segunda-feira (9), a CPI recorreu de decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) para garantir o depoimento de Daniel Vorcaro ao colegiado. A decisão do ministro André Mendonça tornou facultativa, e não obrigatória, a presença do banqueiro na comissão.

Em outra frente, o colegiado também tenta reverter a liminar que barrou a quebra de sigilo da Maridt, empresa que tem entre os sócios o ministro Dias Toffoli. O pedido reage a decisão do ministro Gilmar Mendes que suspendeu a decisão da CPI do Crime Organizado de quebrar os sigilos bancário, fiscal e telemático da Maridt, empresa que tem entre os sócios o ministro Dias Toffoli.

O colegiado contesta a decisão e afirma que se trata de “grave lesão à ordem pública institucional”. A comissão parlamentar também requereu ao ministro Edson Fachin, presidente do STF, a redistribuição do caso.

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