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Fim da 6×1: Relatório prevê jornada menor e transição; veja ponto a ponto

Por CNN 27/05/2026 11:39 Atualizado em 27/05/2026 11:39

Caso o Congresso Nacional aprove a PEC do fim da escala 6×1, os trabalhadores poderão ter sua jornada de trabalho semanal reduzida já em 2026. A proposta estabelece uma transição gradual escalonada.

O parecer do relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição), deputado Leo Prates (Republicanos-BA), prevê o início da redução da jornada de trabalho 60 dias após o texto ser promulgado, ou seja, sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para isso, a PEC precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

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Sendo assim, o limite da jornada cairá para 42 horas semanais após 60 dias da promulgação da nova emenda constitucional, já com o repouso remunerado de dois dias por semana. Doze meses depois dessa etapa, o limite será fixado definitivamente em 40 horas semanais.

Veja os principais pontos do relatório do Prates para o fim da 6×1:

A proposta não torna obrigatória a necessidade das duas folgas acontecerem em dias seguidos na mesma semana, possibilitando a concessão em dias não consecutivos.

Além disso, o relatório mantém a possibilidade de organização flexível da jornada por setores, como comércio e serviços essenciais, incluindo regras sobre compensação de horas, banco de horas e jornadas especiais, como a escala 12×36.

O relatório estabelece que as convenções coletivas poderão ampliar a duração do trabalho para mais de 8 horas diárias, por um período de 12 meses de transição. A medida seria para respeitar o teto de 42 horas semanais neste momento.

O texto também institui que trabalhadores com salários acima de R$ 21,1 mil não terão limite de jornada de trabalho e controle de ponto. A proposta considera ser mais adequado “conferir maior liberdade” para os trabalhadores com formação superior e detentores de remuneração elevada.

Entre os direitos que permanecem reservados, estão:

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