Na quinta sessão do Tribunal do Júri que julga o homicídio de Henry Borel, nesta sexta-feira (29) no Rio de Janeiro, o Dr. Jairinho, réu e ex-padrasto da criança, pediu para sair do tribunal pouco antes do início do depoimento de Leniel Borel, pai do menino morto.
Ele saiu do tribunal durante o depoimento do médico legista Luiz Airton Saavedra de Paiva, 12ª testemunha a depor no julgamento.
Pela manhã, a mãe de Henry, Monique Medeiros, passou mal durante a exibição de fotos da necropsia do menino e também precisou deixar a sessão antecipadamente.
Dinâmica do julgamento
Os réus respondem por homicídio triplamente qualificado, tortura, coação no curso do processo e fraude processual.
A acusação sustenta que Jairinho desferiu as agressões, enquanto Monique Medeiros omitiu-se para preservar o relacionamento com o então vereador.
O julgamento, presidido pela juíza Elizabeth Machado Louro, deve durar entre sete e dez dias.