Preço justo e respeito ao agricultor familiar: a forte marca humanitária de Mailza Assis e o combate à pobreza extrema no Acre

A política, em sua essência mais nobre, move-se pela capacidade de transformar a realidade de quem mais precisa. No Acre, essa premissa ganha contornos definitivos sob a condução da governadora Mailza Assis. O recente lançamento do Programa Estadual de Aquisição de Alimentos (PEAA) não é apenas mais uma agenda administrativa ou o cumprimento de uma meta burocrática; trata-se do reflexo maduro de uma gestão que elegeu a sensibilidade humana como seu principal pilar.

Ao estruturar um programa que compra diretamente do pequeno produtor para abastecer a mesa das famílias em situação de extrema vulnerabilidade, o governo estadual ataca duas frentes históricas de desigualdade. De um lado, garante o preço justo e a permanência digna do homem e da mulher no campo; de outro, estende a mão do Estado para arrancar centenas de acreanos da invisibilidade da fome.

O que se testemunha no Acre é a consolidação de um legado. A marca registrada de Mailza Assis frente ao Executivo tem sido a recusa em aceitar a normalização da pobreza extrema. Em suas próprias palavras, “as pessoas são mais importantes e o alimento é básico”. Essa declaração, longe de ser um mero exercício de retórica, traduz o norte moral de suas ações. Priorizar municípios como Tarauacá, Sena Madureira, Cruzeiro do Sul e a periferia de Rio Branco demonstra um senso de urgência geográfica e social irretocável.

Mais do que movimentar a economia local eliminando a figura predatória dos atravessadores, o PEAA se destaca como um manifesto de solidariedade institucional. Ao unir o desenvolvimento econômico à assistência social, a governadora assina mais um gesto profundamente humanitário, reafirmando seu compromisso de governar olhando nos olhos dos que vivem abaixo da linha da pobreza.

Garantir que o alimento chegue com qualidade a quem tem fome é o primeiro e mais urgente passo para a cidadania. Ao transformar a sensibilidade em política pública permanente, a gestão atual não apenas alimenta o corpo de milhares de acreanos, mas nutre a esperança de um estado mais justo. O legado de Mailza Assis se escreve assim: com sensibilidade na teoria e coragem na prática.