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Série sobre Michael Jackson: confira as revelações mais bombásticas

Por CNN 03/06/2026 16:39 Atualizado em 03/06/2026 16:39

A série documental “Michael Jackson: O Veredito” chegou ao catálogo da Netflix nesta quarta-feira (3). A produção de três episódios retrata como foi o julgamento do astro pop em 2025, quando ele foi acusado por abuso sexual.

A série traz o lado não abordado sobre a vida de Michael Jackson durante a cinebiografia que foi lançada em abril deste ano. Ao contrário do filme “Michael”, a nova produção apresenta como foi o julgamento criminal e os desdobramentos do caso ao longo de 2025.

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Confira as revelações de “Michael Jackson: O Veredito”:

Michael dava apelidos às crianças

Uma das figuras chave da série documental é Vincent Amen, que começou a trabalhar para Jackson em 2002. Durante a série, é revelado pelo funcionário que Michael Jackson apelidava os meninos com quem conviviam. Alguns apelidos já foram apontados anteriormente como obscenos. No entanto, durante a série Amen expõe o apelido “Blowhole”, que pode se referir à narina de animais como baleias e golfinhos.

Relação com pornografia infantil

Vicent Amen revela durante a série que Frank Cascio, amigo e assistente de Michael, também conhecido como Frank Tyson, limpou a casa e descartou materiais vindos do “Rancho Neverland”. Dentre os itens, estavam materiais como revistas pornográficas.

Segundo o funcionário do astro, as revistas tinham círculos que simulavam pedidos.

“Confrontei Frank. Eu disse, sabe, ‘Frank, que revista é essa? Tem círculos em volta de vídeos com crianças nuas.’ Ele disse: ‘Foi só uma fase que eu e o Michael passamos. Ele circulava os vídeos que queria, eu encomendava, foi uma fase que a gente passou.’ Eles assistiam juntos. Quando ouvi isso, fiquei incrédulo.”

Onde Michael estava durante operação em Neverland

Jackson não estava em Neverland quando a mansão foi invadida pelo FBI, e a mídia circulou amplamente sobre seu misterioso paradeiro. Segundo Diane Dimond, jornalista investigativa que cobriu o caso, o astro pop estaria se escondendo em Las Vegas, na esperança de que a situação se acalmasse.

Visão conflituosa do júri

A série documental retrata ainda como o júri ficou confuso em meio aos relatos das testemunhas e da defesa de Michael.

“Eu deixaria meus filhos dormirem com alguém tão famoso e dividirem o quarto com essa pessoa? Não”, diz Melissa Herard, uma das juradas do caso, em entrevista ao documentário.

“Mas eu achei que Martin Bashir estava tentando induzir Michael Jackson a dizer algo errado para criar uma narrativa que não existia”.

Ameaças de morte

A produção conta também que Michael Jackson foi escoltado para o julgamento devido a ameaças sofridas pelo cantor. Kerry Anderson, diretor de segurança do artista, detalhou como foi lidar com a proteção de Michael em meio às acusações.

“Fizemos avaliações de ameaças que [descobriram] que havia idiotas dizendo que iam matá-lo. Quando você se expõe a pessoas que dizem que vão te matar, é aí que elas obviamente podem fazer isso. Mas ele dizia: ‘Mas e os fãs?’”

O cantor gostava de manter as janelas do carro abertas para cumprimentar os fãs, apesar das grandes preocupações com a segurança.

Postura de Macaulay Culkin

O ex-cozinheiro de Michael Jackson, Phillip LeMarque, alegou que, em 1991, viu Jackson apalpar Macaulay Culkin, ator mirim de “Esqueceram de Mim”, enquanto jogavam videogame. Mas Culkin testemunhou que o Rei do Pop jamais o tocou de forma inapropriada.

“Macaulay Culkin disse: ‘Pelo que estou vendo neste tribunal, Michael está em maus lençóis. Estarei lá por ele, Brian! Vou testemunhar! Já disse isso mil vezes e vou dizer de novo!’”

Efeito na vida de Michael

Em 13 de junho de 2005, o astro do pop foi considerado inocente. No entanto, os efeitos na carreira de Michael foram nítidos.

“Eu tinha essa ideia idealizada e romantizada: agora ele vai recuperar a vida dele”, disse J. Randy Taraborrelli, biógrafo de Jackson, em entrevista à série.

“A única pessoa que me fez mudar de ideia foi o empresário dele, Frank DiLeo. Ele se virou para mim e disse: ‘Você não entende. Isso vai arruinar a vida do Michael. Ele nunca vai se recuperar disso.’”

O artista, que já demonstrava ter problemas com drogas, morreu quatro anos após o julgamento devido a uma intoxicação aguda por propofol e benzodiazepínicos, em 25 de junho de 2009.

Assista ao trailer da série documental “Michael Jackson: O Veredito”:

Músicas de Michael Jackson têm aumento de 209% após cinebiografia

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