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“Efeito Di María”: Rosario Central chega a mais de 100 mil sócios

“Efeito Di María”: Rosario Central chega a mais de 100 mil sócios

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Rival do Corinthians nas oitavas de final da Libertadores, o Rosario Central possui a expressiva marca de 104 mil associados, graças à chegada do atacante Angel Di Maria, um feito expressivo que garantiu a quarta posição no ranking nacional. Sendo liderado por River Plate (351 mil), Boca Juniors (323 mil) e Independiente (160 mil).

A volta de Di Maria ao seu clube de formação em 2025 completou um ano. Logo após encerrar sua participação no Mundial de Clubes pelo Benfica, o argentino anunciou que retornaria ao futebol sul americano para jogar pelos Auriazules. O impacto foi imediato, fazendo com que o time ultrapassasse a marca de 100 mil sócio torcedores, graças a sua chegada.

O “Efeito Di María” espalhou-se para fora das quatro linhas, com as plataformas do clube registrando milhões de acessos, o vídeo principal do seu anúncio no Instagram atingiu mais de 10 milhões de visualizações.

Um jogador como Di María traz uma visibilidade que ultrapassa o campo e coloca o clube em contato com novos públicos. Esse aumento de exposição fortalece a marca, amplia o engajamento dos torcedores e pode abrir novas oportunidades comerciais para o clube, principalmente quando existe uma estratégia para aproveitar esse momento

Cenário brasileiro

O volume de associados aos maiores times da Argentina supera a realidade da maioria brasileiros, onde Palmeiras, Atlético-MG e Grêmio rompem essa marca. Entretanto, o engajamento dos torcedores argentinos, não refletem com tanta força nas equipes, já que faturam significativamente menos que os rivais do nosso país.

Enquanto a receita de River e Boca ficam entre R$ 35 milhões e R$ 40 milhões, no Brasil os balanços financeiros revelam uma grande distância financeira. O Flamengo lidera com R$ 90 milhões do programa de sócios, em seguida Palmeiras com R$ 80 milhões, além de Corinthians, R$ 61 milhões, e São Paulo com R$ 56 milhões.

Avanço da tecnologia nos estádios

Apesar do futebol do Brasil movimentar mais verba, as arrecadações não atingiram a maioridade institucional, onde nos últimos dez anos, o modelo evoluiu para se tornar uma parcela das receitas.

Outro ponto que foi destaque para especialistas está na gestão tecnológicas de alguns estádios. Que há um ano, passou a ser obrigatória por lei, a entrada de torcedores por meio de biometria facial.

“Com sistemas de controle de acesso biométrico e facial, e gestão em programas de sócios, temos contribuído para a segurança, o conforto e a interatividade dentro de dezenas de estádios pelo país e também chegando em outras nações.” explicou Tironi Paz Ortiz, CEO da Imply, empresa de modernização nos estádios.

Arena MRV, estádio do Atlético-MG é considerado o mais tecnológico do Brasil • Pedro Vilela/Getty Images

O duelo entre Rosário Central e Corinthians, válido pelas oitavas de final na Libertadores acontece nesta quinta-feira (13) às 21h30 (de Brasília), no Estádio Gigante de Arroyito, na Argentina.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN por rafaelprazeres.

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rafaelprazeres

Autor da publicação.

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