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Militância abraça projeto de Augusto Cury e mostra que Avante está cada vez mais “avante” no Acre

Com disposição, entusiasmo e uma militância que decidiu compensar uma estrutura partidária enxuta com trabalho nas ruas, o Avante começa a dar sinais de que pretende fazer muito barulho no Acre. A inauguração da segunda Casa Cury do Brasil, em Rio Branco, virou uma demonstração de engajamento em torno das propostas defendidas pelo presidenciável Augusto Cury.

O movimento acreano chama atenção justamente porque o partido entra na campanha estadual longe das grandes estruturas políticas e financeiras. Mesmo assim, seus militantes decidiram transformar essa limitação em combustível para uma campanha baseada em mobilização, convencimento e defesa das ideias apresentadas por Cury.

A abertura da Casa Cury, instalada entre as ruas Leblon e Rio de Janeiro, na capital acreana, reforçou esse sentimento. Mais do que um comitê eleitoral, o espaço pretende funcionar como ponto de encontro da militância e de apresentação à população das propostas do candidato do Avante à Presidência da República.

O lema “O Brasil tem cura” foi abraçado pelos apoiadores, que demonstram entusiasmo especialmente com o discurso de Augusto Cury sobre educação, saúde emocional, valorização da família, juventude e construção de uma alternativa política para o país.

No Acre, a disposição é levar essa mensagem para além das paredes da Casa Cury.

A candidata a deputada federal Rosa Maria é uma das vozes mais empolgadas com o projeto. Depois de anos afastada das disputas eleitorais, ela conta que a presença de Augusto Cury foi decisiva para aceitar novamente o desafio das urnas.

“A política é contagiante”, resumiu.

Rosa também relacionou diretamente seu retorno à mensagem defendida pelo presidenciável.

“Eu acho que eu já estava com saudade. Ainda mais que o Avante tem o professor, psiquiatra Augusto Cury. Foi onde eu tive mais certeza de que, com a luta dele e com a fala dele, o nosso país tem uma cura”, declarou.

Poucos candidatos, muita disposição

O contraste é um dos aspectos que mais chama atenção. O Avante conseguiu montar no Acre uma chapa para deputado federal com apenas dois candidatos, Rosa Maria e Myparfan.

Em vez de desanimar a militância, porém, a estrutura enxuta parece ter produzido o efeito contrário: aumentou a disposição de mostrar serviço.

A própria Rosa admite que a organização ocorreu rapidamente, após articulações de Manuel Roque em Brasília, mas aposta que 2026 pode representar apenas o começo de um processo maior de reconstrução partidária.

“Isso aqui é só o início. O Avante vai avançar mesmo aqui no Estado, e nós vamos trabalhar para crescer cada vez mais”, afirmou.

Myparfan também reconhece a diferença entre a estrutura partidária do Avante e as máquinas eleitorais dos grandes grupos políticos. A resposta, segundo ele, será buscar força justamente na militância, nos amigos, na juventude e no trabalho já desenvolvido junto à sociedade.

É nesse ambiente que a militância acreana tenta dar seu exemplo.

Sem esconder as dificuldades, os integrantes do partido demonstram disposição para apresentar as propostas de Augusto Cury diretamente aos eleitores e ampliar a presença do presidenciável no debate político estadual.

Acre quer ser vitrine do projeto

A instalação em Rio Branco da segunda Casa Cury do País ganhou, por isso, um simbolismo especial.

Para os militantes, o Acre, apesar de distante dos maiores centros eleitorais brasileiros, pode mostrar que uma campanha também pode crescer pela dedicação de quem acredita no projeto que defende.

A palavra de ordem é multiplicar apoiadores.

Com uma chapa pequena, estrutura modesta e um desafio eleitoral gigantesco pela frente, o Avante aposta no entusiasmo de sua base para ocupar espaços e fazer a mensagem de Augusto Cury chegar ao maior número possível de acreanos.

A militância parece ter entendido o recado: se depender da disposição demonstrada neste início de campanha, o Avante pretende ficar cada dia mais “avante” no Acre.

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REDAÇÃO

Autor da publicação.