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Dólar sobe com alta do petróleo, juros nos EUA e eleições no Brasil

Dólar sobe e Bolsa cai no embalo de fuga de investidores estrangeiros
Jackal Pan/Getty Images

O dólar opera em alta de 0,78% frente ao real, cotado a R$ 5,14, nesta quarta-feira (23/9). Na véspera, a moeda americana registrou queda de 0,11%, a R$ 5,10.

Já o Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), iniciou o pregão em queda, mas se recuperou. Às 10h50, ele anotava alta de 0,30%, aos 187,9 mil pontos.

Fontes permanentes de tensão, o preço do petróleo, a perspectiva de elevação dos juros nos Estados Unidos e as eleições no Brasil voltam a influenciar os mercados de câmbio e ações nesta sessão.

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No caso do petróleo, o barril do tipo Brent, a referência internacional da commodity, sobe 1,24%, a US$ 100,48, às 9h50. O tipo West Texas Intermediate (WTI), que baliza o comércio nos Estados Unidos, tem leve avanço de 0,67%, a US$ 91,13.

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No dia anterior, a cotação da commodity oscilou bastante, mas fechou em queda, a quinta seguida, com a perspectiva de retomada de negociações para um cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã.

Juros nos EUA

Em relação aos juros americanos, integrantes do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) têm dado declarações mais duras sobre as perspectivas para as taxas básicas no país. A expectativa é de novos aumentos, com 55,4% de chances de uma alta na próxima reunião do Fed, em 28 de outubro.

Na semana passada, o banco central americano elevou a taxa em 0,25 ponto percentual, fixando-a no intervalo entre 3,75% e 4,00%. O Banco Central Europeu (BCE) e Banco do Japão (BoJ) também aumentaram os juros.

Eleições

No quadro eleitoral, uma nova pesquisa da AtlasIntel/Bloomberg, divulgada nesta quarta-feira, mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recuperou a vantagem numérica sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) num eventual segundo turno da corrida presidencial.

De acordo com o levantamento, Lula tem 47,7% contra 47,4% de Flávio nessa situação. Na rodada anterior, o senador tinha 47,2% ante 46,8% do presidente. O fato, contudo, é que ambos seguem empatados sem alteração relevante de cenário.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Metrópoles.

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Metrópoles

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