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A juíza I’Ashea Myles deferiu o pedido de Christa Pike para preservar todos os materiais do Estado relevantes para sua execução malsucedida.
Ela observou que este caso é único e que a situação não poderia ter sido prevista.
Myles forneceu ao Estado uma lista detalhada de possíveis materiais que devem ser preservados, incluindo quaisquer chamadas para o serviço de emergência referentes à tentativa de execução fracassada e comunicações entre autoridades estaduais.
Aqui estão alguns dos itens que ela mencionou como parte das provas relevantes:
- Quaisquer agentes estatais que possam ter sido acionados durante o momento em que se decidiu contatar os serviços de emergência médica;
- Todas as comunicações relacionadas à decisão — se é que houve alguma — de interromper a segunda tentativa;
- Quaisquer comunicações entre a equipe do TDOC (Departamento de Correções do Tennessee), agentes estatais e qualquer representante do gabinete do governador ou outra autoridade;
- Provas físicas, como suprimentos médicos, dispositivos de contenção, macas, fotos e gravações de vídeo ou áudio do período em torno da execução.
“Quero que todos vocês preservem todas essas informações”, determinou a juíza, acrescentando que o Estado não deveria ter problemas para fazer isso, uma vez que já deveria estar preservando tais materiais em cumprimento a uma ordem de preservação de provas de âmbito federal.
Ela advertiu que a administração estadual deve “ter cuidado especial para não perder, extraviar ou excluir acidentalmente” qualquer informação relacionada ao caso. A administração deve envidar todos os esforços para estabelecer procedimentos e políticas que garantam que nenhuma informação seja descartada ou destruída, afirmou Myles.
Christa Pike sobreviveu à tentativa do Tennessee de executá-la por injeção letal na quarta-feira passada (30).
Pike foi condenada à morte pelo assassinato de Colleen Slemmer, de 19 anos, em 1995.
Ela estava prestes a se tornar a primeira mulher executada no Tennessee em 200 anos. Agora, seu caso judicial está paralisado.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN por tomasbraga.

