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A Amazon confirmou na quarta-feira (7) que cortou o que descreveu como um pequeno número de empregos. As demissões aconteceram principalmente na unidade de Lojas, que supervisiona o site de comércio eletrônico.
Os cortes na unidade de varejo coincidem com um dos maiores dias de compras da Amazon, o chamado Prime Big Deal Days. A promoção começou na terça-feira e foi até quarta-feira, oferecendo descontos variados.
As demissões são as mais recentes de uma série de pequenas reduções desde uma rodada maior de 30.000 dispensas que começou no ano passado e continuou até janeiro. Alguns funcionários afetados entraram em contato com a Reuters e compartilharam postagens de canais internos do Slack sobre a notícia.
A Amazon demitiu menos de 1.000 funcionários administrativos, segundo uma pessoa familiarizada com o assunto. O Business Insider havia noticiado as demissões anteriormente.
“Ajustamos partes do nosso negócio de lojas porque acreditamos que essa estrutura nos permitirá cumprir melhor nossas prioridades”, disse um porta-voz em um comunicado enviado por e-mail.
O canal interno do Slack sugeriu que várias divisões dentro da área de Lojas estavam envolvidas, incluindo atendimento ao cliente e serviços para parceiros de vendas, e possivelmente outras unidades da Amazon. Funcionários nos Estados Unidos, Índia e Reino Unido estavam entre os que receberam os avisos de demissão.
Jeff Bezos, fundador e presidente executivo da Amazon, afirmou em entrevista à Fox News, exibida na quarta-feira, que os cortes contínuos de empregos foram necessários porque a empresa contratou funcionários em excesso durante a pandemia.
“As pessoas estavam ficando em casa e fazendo pedidos, e foi um período incrivelmente estressante para nós, aliás”, disse ele ao ser questionado sobre os 30 mil empregos perdidos na rodada anterior.
“Toda a equipe trabalhou arduamente e fez muito, mas realmente aumentamos nosso número de funcionários”.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN por vitoriagomez.

