O chefe de gabinete da governadora Mailza Assis (PP), Madson Cameli, tratou de afastar as especulações que circulam nos bastidores políticos e nas redes sociais sobre uma suposta demissão em massa de servidores públicos estaduais a partir de janeiro de 2027. Segundo ele, os rumores não passam de fake news e não correspondem aos planos da administração estadual.
Madson foi categórico ao assegurar que a governadora reeleita manterá o compromisso assumido durante a campanha eleitoral de valorizar o funcionalismo público, preservar empregos e garantir o funcionamento da máquina administrativa.
De acordo com o chefe de gabinete, eventuais ajustes na estrutura do governo serão realizados com responsabilidade, planejamento e sem provocar uma onda de desemprego no Acre.
A mensagem é especialmente importante para milhares de famílias acreanas que dependem direta ou indiretamente dos empregos públicos e que passaram a conviver com a insegurança provocada pelos rumores de exonerações em larga escala.
A manifestação de Madson Cameli também procura estabelecer uma distinção entre a reorganização administrativa, considerada natural no início de um novo mandato, e a hipótese de uma política de cortes generalizados de pessoal.
Na avaliação apresentada pelo chefe de gabinete, a prioridade de Mailza será conciliar eficiência administrativa, equilíbrio das contas públicas e respeito aos trabalhadores que ajudam a manter os serviços essenciais funcionando nos 22 municípios acreanos.
O recado político é claro: a reeleição de Mailza Assis não será, segundo Madson, o ponto de partida para uma temporada de demissões, mas para a continuidade de uma gestão comprometida com a valorização dos servidores.
A garantia, entretanto, também cria uma expectativa concreta sobre as decisões administrativas que serão tomadas a partir de janeiro. Caberá ao governo demonstrar, na prática, que a reorganização prometida será compatível com a preservação dos postos de trabalho.
Por enquanto, Madson Cameli busca encerrar a onda de especulações com uma garantia: os ajustes necessários serão realizados, mas sem transformar o servidor público em vítima das mudanças na estrutura do Estado.

