Às vésperas de uma das decisões mais importantes da democracia, Emylson Farias volta seu olhar para o poder soberano do voto. Na crônica desta semana, o autor transforma o dia da eleição em reflexão sobre responsabilidade, escolhas e futuro. É quando o barulho das campanhas termina e a decisão passa definitivamente para as mãos do eleitor.
Depois dos discursos, promessas, pesquisas e disputas, chega a hora silenciosa da urna.
Emylson percorre esse momento lembrando que uma eleição não termina apenas na contagem dos votos. As escolhas feitas agora produzirão consequências que atravessarão os próximos anos. E apresenta uma personagem que personifica o relato como sempre elegante, altivo, humano e sensato de seus contos.
É também o instante em que cada cidadão exerce, individualmente, uma parcela do poder democrático.
Sem paixões impostas ou respostas prontas, a crônica convida o leitor a refletir sobre a dimensão desse gesto.
Porque votar é decidir quem ocupará os espaços de poder e ajudará a conduzir os destinos coletivos.
Em “O dia de decidir o amanhã”, Emylson Farias escreve sobre o momento em que o presente encontra o futuro diante da urna.
Emylson Farias e o domingo em que o presente escolhe o futuro; Leia

