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O ator Tom Bateman, 37, que interpreta o cientista Adam Carlsen no filme “A Hipótese do Amor“, adaptação do livro de mesmo nome da escritora Ali Hazelwood, disse que entrar no personagem “foi uma experiência difícil”.
“Eu acho que no nosso primeiro dia, na primeira cena do primeiro dia, foi a cena em que discutimos quando Adam diz: ‘Vamos fazer essa coisa de namoro falso’. E eu tive que ler páginas e páginas desse material científico. E foi uma experiência difícil porque, quero dizer, são necessárias pessoas incrivelmente inteligentes para entender essas coisas”, afirmou Bateman.
O enredo acompanha Olive Smith (Lili Reinhart), uma brilhante doutoranda focada em seu futuro no meio acadêmico. Mas, quando percebe que sua melhor amiga, Ahn (Rachel Marsh), se apaixonou pelo seu ex-crush, Jeremy (Nicholas Duvernay), Olive beija impulsivamente o intimidador professor Adam Carlsen (Tom Bateman) para provar que seguiu em frente.
Carlsen é professor de biologia e pesquisador na Universidade de Stanford. Na história, ele é conhecido por ser exigente e durão com os alunos.
O filme está disponível no Prime Video.
Fofoca dos bastidores
No ano passado, a escolha do elenco causou burburinho nas redes sociais entre os leitores da obra. Isso porque Tom Bateman foi quem inspirou a autora a escrever o grande vilão da obra.
Além disso, a história foi inicialmente escrita para ser uma “fanfic” do relacionamento fictício da saga “Star Wars” entre os personagens Rey (Daisy Ridley) e Kylo Ren (Adam Driver).
Outro fato curioso é que Bateman é casado com Ridley na vida real. O vilão da história é um abusador e possui um nome bastante similar ao do ator: Tom Benton.
Além disso, o livro também viralizou na comunidade BookTok, do TikTok, e foi um dos títulos mais vendidos na Bienal do Livro do Rio de 2025.
Assista à entrevista completa com o elenco de “A Hipótese do Amor”
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Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN por Giovanna Csiszar.

