Chefe da força-tarefa da Casa Branca junto à Fifa, Andrew Giuliani defendeu, nessa sexta-feira (17/7), o direito à liberdade de expressão da seleção argentina. A manifestação a favor da Albiceleste veio após a polêmica envolvendo a exibição de uma faixa com os dizeres “As Malvinas são Argentinas” na semifinal da Copa do Mundo.
Em entrevista à imprensa local, Giuliani disse que os argentinos só fizeram a manifestação política porque estão nos Estados Unidos (EUA). “Acreditamos nos nossos direitos da Primeira Emenda aqui nos Estados Unidos da América”, destacou o porta-voz da Casa Branca.
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Messi é o artilheiro da Copa do Mundo
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Messi foi responsável direto pela classificação da Argentina para a final da Copa do Mundo.
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Lionel Messi é saudado por demais jogadores do elenco
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A Primeira Emenda à Constituição dos EUA, adotada em 15 de dezembro de 1791, garante cinco liberdades fundamentais aos cidadãos norte-americanos: religião, expressão, imprensa, reunião pacífica e petição ao governo.
Giuliani defendeu a liberdade de expressão, mas apoiou os pedidos de entidades que pedem para a Fifa investigar o caso.
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do Metrópoles
Malvinas
Na última quinta-feira (16/7), o Governo das Ilhas Malvinas publicou um comunicado em que repudia a atitude dos jogadores da Argentina. Após a vitória contra a Inglaterra, os atletas hastearam uma faixa com os dizeres “As Malvinas são argentinas”. A nota também pede que a Fifa aplique sanções aos Albicelestes.
Em nota, o governo das Ilhas Malvinas lamentou a atitude dos jogadores, mas diz não estar surpreso com o ato.
“Estamos desapontados, embora lamentavelmente não surpreendidos (…) O time de futebol da Argentina decidiu manchar o resultado da semifinal de futebol da Copa do Mundo de ontem à noite – um jogo que, de forma alguma, envolveu as Ilhas Malvinas”, publicou o governo em nota.
A autoridade relembrou a atuação da Argentina na região em 1982. “Também não queremos que as Ilhas e o seu povo sejam usados como um futebol político em todas as conversas sobre a Inglaterra e a Argentina. Damos as boas-vindas à declaração de apoio do governo do Reino Unido nesta manhã”, destaca o texto.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Metrópoles.

