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Flávio insiste com PP e Republicanos e aguarda posição do Podemos

Arko Advice: União-PP teme formar aliança e beneficiar mais Flávio e PL

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A corrida presidencial entra em sua reta final e decisiva. Faltando poucos dias para o encerramento do prazo estipulado pela Justiça Eleitoral, que termina em 5 de agosto, a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) intensifica as tratativas para definir o nome que vai completar a chapa majoritária como candidato a vice-presidente.

As conversas ganharam força no último sábado (1º). Durante a convenção do partido que oficializou Tarcísio de Freitas (Republicanos) como candidato à reeleição ao governo paulista. O presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, declarou apoio pessoal a Flávio Bolsonaro e cravou que o senador é o seu candidato à Presidência da República.

“É a chapa da vitória porque São Paulo representa um terço da economia do Brasil e nós temos que mudar esse país”, completou Marcos Pereira.

A movimentação acontece após diretórios estaduais sinalizarem ao presidente nacional da legenda que não querem composição com o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Com o prazo limite batendo à porta, os próximos dias serão cruciais para a decisão sobre as alianças que definirão a formatação final da chapa presidencial. Uma das possibilidades é contar com um vice do PL, a chamada chapa-pura.

O xadrez político

Segundo fontes ouvidas pela CNN Brasil, a campanha continua trabalhando intensamente para tentar reverter o cenário com o Progressistas e viabilizar o nome da senadora Tereza Cristina (PP-MS) como vice de Flávio. Embora a parlamentar já tivesse aceitado, a Executiva Nacional do partido manteve neutralidade na disputa presidencial.

Outra linha de prioridade é o Republicanos, com possibilidade que a indicação da vice-presidência parta da própria legenda.

O Podemos se reúne nesta segunda (03/08) para definir os rumos de seu posicionamento na eleição para a Presidência. O partido avalia um eventual apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro, segundo antecipou a deputada federal e presidente nacional da legenda, Renata Abreu (Podemos-SP).

“Essa é uma decisão coletiva. Eu sou uma pessoa de missão. Se o grupo entender que é importante para crescimento de partido, essa é uma decisão que vai ser tomada em grupo”, disse a senadora.

Com informações de Jussara Soares

TópicosEleições 2026Flávio Bolsonaro


Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN por biancacamargo.

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biancacamargo

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