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Vídeo do governo sobre Brics “anexa” partes da Ucrânia a território russo

Por CNN 07/07/2025 19:26

Um vídeo postado pelo governo Lula no perfil @GovBr nas redes sociais para promover a liderança do país na Cúpula do Brics apresenta regiões do leste e do sul da Ucrânia, em disputa com a Rússia, com as cores da bandeira do país de Vladmir Putin.

O vídeo mostra os países-membro do Brics discutindo o financiamento para transição energética.

No momento em que a Rússia aparece na tela, uma faixa do território ucraniano, da região do Donbass até as redondezas da cidade de Kharkiv, foram desenhadas com listras azuis, vermelhas e brancas, cores da bandeira russa, como já estivessem dominadas por eles.

A região e a cidade de Kharkiv são bombardeadas desde o primeiro dia da ofensiva russa, em fevereiro de 2022. A Rússia nunca conseguiu tomar a cidade — a segunda maior da Ucrânia. Os soldados russos tentam avançar pelo norte e nordeste da região de Kharkiv.

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A CNN entrou em contato com o Ministério das Relações Exteriores e com a Secretaria de Comunicação Social do governo e aguarda retorno.

Desde a invasão da Ucrânia, Moscou disputa as regiões de Donetsk e Luhansk, ao leste do país, onde estão estacionados grupos separatistas pró-Rússia.

Nas negociações pelo fim do conflito, o Kremlin tem busca de garantir a conquista dos territórios e sua anexação ao território russo.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem buscado se colocar como um potencial mediador das negociações de paz pelo fim do conflito.

Durante a Cúpula de Líderes do Brics, o petista pediu pela pacificação. Mais cedo neste ano, em junho, durante visita a Paris, Lula ponderou que “na guerra, nem sempre acontece o que a gente quer”, em referência às demandas russas.

Lula não teve uma boa aproximação com o líder da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Os dois estão afastados desde um contato inicial em 2023, logo no começo do terceiro mandato do petista, quando as divergências entre ambos vieram à tona após a conversa.

O presidente brasileiro tem uma postura mais crítica à figura de Zelensky do que os estadistas ocidentais, o que desagrada o ucraniano por não contar com o apoio integral do brasileiro, que é acusado de ter uma postura pró-Rússia no conflito.

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