Início / Versão completa
geral

CNN Brasil reforça cobertura de agro e infra com time especializado

Por CNN 23/12/2025 20:24

A CNN Brasil vai ampliar sua cobertura setorizada com novos núcleos de Agronegócio e Infraestrutura a partir de 2026. Para isso, contará com um time especializados de jornalistas.

Fernanda Pressinott, especialista em Agro, e Jenifer Ribeiro, especialista em Infra, assumem o comando das respectivas áreas, agregando conhecimento e expertise para a cobertura multiplataforma na CNN Brasil e no CNN Money.

A nova editoria de Infraestrutura contará ainda com a experiência de Daniel Rittner, diretor de Jornalismo da CNN Brasil em Brasília. Rittner cobre há mais de 20 anos o setor de infraestrutura e economia.

Leia Mais

Fernanda Pressinott




Fernanda Pressinott • Divulgação / CNN Brasil

À frente do CNN Agronegócio, está Fernanda Pressinott. Com MBA pela FIA (Fundação Instituto de Administração) e mestrado pela FGV (Fundação Getulio Vargas), é ornalista há mais de 25 anos, trabalha com negócios e economia há mais de 20 e com agro há 14.

Foi repórter no Diário do Comércio e na Folha de São Paulo, editora assistente da Istoé e da Istoé Dinheiro, além de editora do hub de agronegócio do Grupo Globo.

A proximidade e o conhecimento sobre o mercado financeiro foram os fatores que a levaram para a cobertura do agro. Uma vez acompanhando o setor, como paulistana, Pressinott viu uma oportunidade de entender um universo que é muito distante de sua criação.

“Conheci o Brasil do interior, uma vida muito diferente da cidade. Poder entender como o alimento chega na mesa, é preciso conhecer mais o campo e o trabalho do campo. Graças a essa cobertura, pude ir a lugares que não iria de outra forma”, conta a jornalista, destacando que esteve em quase todos os estados do país para acompanhar a rotina do produtor rural.

Entre as viagens que fez, destaca uma reportagem premiada na qual acompanhou o trajeto de uma das barcaças de grãos que atravessa a Hidrovia Tietê-Paraná.

Profissionalização maior no campo; utilização da tecnologia, como ferramentas de inteligência artificial, em todos os portes de propriedade; e a consolidação do Brasil como um produtor de referência de soja, milho, algodão e proteínas animais são alguns dos pontos que Pressinott destaca como evoluções observadas no setor ao longo de sua cobertura.

Jenifer Ribeiro




Jenifer Ribeiro • Divulgação / CNN Brasil

Há seis anos no jornalismo, Jenifer Ribeiro assume o CNN Infraestrutura. Atuando como repórter na Agência iNFRA, dedicou praticamente toda a carreira ao setor, tendo produzido conteúdos sobre transportes, concessões, regulação, saneamento básico, energia e logística.

“Escolhi me aprofundar na área de infraestrutura porque ela combina políticas públicas, economia e regulação, além de ter impacto real na vida das pessoas e na dinâmica do país”, explica a jornalista.

“A cobertura me proporcionou uma visão ampla sobre como diferentes esferas do poder público e da iniciativa privada interagem, além de fortalecer minha capacidade de interpretar legislação, dados econômicos e impactos setoriais”, pontua.

Ela vê o setor exigindo interpretação de dados e tradução de temas complexos para a linguagem do público, o que considera um dos grandes desafios e atrativos do jornalismo.

“Graciliano Ramos dizia que ‘a palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso. A palavra foi feita para dizer’. Essa frase traduz a forma como enxergo o jornalismo. Por isso, considero mais marcantes todas as matérias em que consegui transformar temas técnicos e complexos em narrativas claras, acessíveis e relevantes, permitindo que o leitor compreendesse decisões, impactos e consequências que vão muito além do jargão técnico.”

Daniel Rittner




Daniel Rittner • Divulgação / CNN Brasil

Antes de assumir a direção de jornalismo da CNN Brasil, em Brasília, Daniel Rittner atuou por 22 anos no jornal Valor Econômico, onde foi repórter especial, correspondente internacional e colunista. No impresso, um de seus principais focos foi justamente o setor de infraestrutura.

O que lhe chama atenção sobre a cobertura destas áreas é o “dinamismo da infraestrutura e do agronegócio, seus desdobramentos para toda a economia nacional, o desafio de conciliar um olhar aprofundado e necessariamente técnico com a tradução de sua importância para um público mais amplo”.

“A cobertura jornalística do agronegócio e da infraestrutura requer uma combinação desafiadora: sermos tão detalhistas e técnicos a ponto de trazermos novidades para um público especializado, extremamente exigente e conhecedor desses temas, mas também sermos tão didáticos e elucidativos que um público mais amplo possa nos entender. E entender como o agro e a infra desempenham um papel-chave na construção de um futuro promissor para o país”, descreve o jornalista.

Olhando para o agro, destaca que o setor produtivo é exemplo global de eficiência, produtividade e inovação. Por outro lado, destaca que há dificuldades a se ficar atento: “o produtor está mais endividado do que nunca, a oferta de crédito ainda fica aquém da necessária e a exposição aos riscos climáticos aumenta”.

Na infraestrutura, pontua que o déficit de investimentos ainda é gritante, mas reconhece que o Brasil tem evoluído.

Rittner relembra das experiências que pode viver cobrindo grande projetos do país, como estar olhando de perto as usinas hidrelétricas do rio Madeira (RO), a pavimentação e a duplicação da BR-163 (MT), a extensão da Ferrovia Malha Norte , a construção da Ferrovia Norte-Sul, a transposição do rio São Francisco e o desenvolvimento de aeroportos regionais.

“Outra experiência fantástica – e que foi recorrente ao longo dessa trajetória – é ter o privilégio de ver projetos grandiosos funcionando onde antes não havia nada. Ver o ‘antes’ e o ‘depois’ das usinas hidrelétricas do rio Madeira e da Ferrovia Norte-Sul, ver uma barragem ou trens passando onde havia apenas um projeto em Power Point, muda a perspectiva de cobertura do setor”, relata.

Uma vivência que destaca foi a visita à plataforma marítima da Petrobras (P-69) mais distante do litoral brasileiro.

“Há 15 anos eu pedia à Petrobras para conhecer uma plataforma de petróleo em alto-mar. A experiência foi absolutamente singular. Eu e o cinegrafista saímos às 6h de Jacarepaguá e sobrevoamos o Atlântico por quase uma hora e meia até chegar em uma das principais unidades de produção de petróleo no pré-sal da Bacia de Santos.”

Recomendado
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.