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BRB tem até sexta para enviar plano de recomposição de R$ 5 bilhões ao BC

Por CNN 04/02/2026 14:24

O BRB (Banco Regional de Brasília) tem que apresentar até sexta-feira (6) ao Banco Central um documento detalhado de como pretende “conseguir” R$ 5 bilhões para seu caixa e evitar crise de liquidez, segundo apurou o CNN Money.

O diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino Santos, disse em seu depoimento na Polícia Federal que o rombo pode ser de R$ 5 bilhões. Mas número exato do prejuízo causado pelas operações com o Master depende do resultado das apurações realizadas por uma auditoria externa contratada pela atual gestão do BRB.

A instituição de Brasília já tem um plano de capital para lidar com eventual prejuízo causado pelo Banco Master, com várias opções.

A solicitação de uma linha de financiamento do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) é tida como a mais vantajosa para a instituição financeira de Brasília.

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Há ao menos cinco opções no plano de capital do BRB para cobrir perdas provocadas pelo Banco Master:

A instituição de Brasília já começou a vender os ativos que adquiriu do Banco Master e que estão em sua carteira. Com isso, o BRB espera capitalizar pelo menos parte dos recursos previstos no provisionamento (reserva de capital) de R$ 2,6 bilhões, determinado pelo Banco Central.

No início desta semana, o BRB enviou ao Banco Central um relatório com as informações preliminares obtidas por sua auditoria externa independente. Em nota, o Banco de Brasília informou ter encontrado achados relevantes que constam da primeira etapa do relatório preliminar.

O mesmo relatório foi enviado à Polícia Federal, a qual instaurou um inquérito para investigar se houve gestão fraudulenta do BRB nas operações de compra e venda de ativos do Master.

As investigações indicam que a fraude está estimada em R$ 12 bilhões em carteiras inexistentes de crédito compradas pelo BRB ao Banco Master. Desse total, a instituição de Brasília conseguiu substituir ou liquidar R$ 10 bilhões.

“O BRB ressalta que segue sólido e reafirma seu compromisso com a preservação de seu patrimônio, de seus clientes e do desenvolvimento econômico e social de Brasília e região”, diz o banco.

Quebra de bancos: como funciona a proteção do FGC aos clientes

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