Estupro coletivo: TJ-AC julga hoje pedido de liberdade de jogadores do Vasco-AC
A situação dos jogadores do Vasco do Acre, Brian Peixoto Henrique, Alex Pires Bastos Junior e Matheus da Silva Azeredo, é delicada após a audiência de custódia realizada na quarta-feira (18), que manteve a prisão temporária. Eles são apontados por duas mulheres como autores de um estupro coletivo no alojamento do clube.
A estratégia da defesa foca em dois momentos principais:
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A Liminar (Decisão Individual): O desembargador Júnior Alberto Ribeiro analisa o pedido de urgência. Se concedida, os jogadores podem ser postos em liberdade imediatamente enquanto o processo corre.
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O Mérito (Decisão Colegiada): Caso a liminar seja negada hoje, o pedido será levado para a Câmara Criminal. Lá, um grupo de três desembargadores decidirá, em conjunto, se a manutenção da prisão é legal ou se houve abuso de autoridade/falta de fundamentos.
Entendendo a Prisão Temporária
Diferente da prisão preventiva (que não tem prazo definido), a temporária é utilizada especificamente para não atrapalhar as investigações da polícia.
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Prazo comum: 5 dias (prorrogáveis por mais 5).
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Em casos de crimes hediondos: Pode chegar a 30 dias.
https://oseringal.com.br/2026/02/a-ilusao-do-glamour-15-homens-2-mulheres-alcool-e-sexo-os-bastidores-do-estupro-coletivo-no-alojamento-do-vasco-acre/
Nota: A defesa argumenta que a liberdade dos atletas não compromete a colheita de provas, enquanto a justiça, até o momento, entendeu que a detenção é necessária para o andamento do inquérito.