Ivi Mesquita celebra ancestralidade e trajetória entre Tijuca e Vila Isabel
Após desfilar na noite anterior representando Carolina Maria de Jesus na Unidos da Tijuca, Ivi Mesquita retornou à Avenida para cruzar a Sapucaí como destaque performático da Vila Isabel – escola onde completa oito anos de trajetória.
Emocionada, ela falou sobre o significado de viver personagens e enredos tão representativos: “Relembrar pessoas incríveis que não foram enaltecidas em vida dá força. Carolina Maria de Jesus chegou com dois pés na porta. Por que eu [não faço o mesmo] agora, em 2026? Por que não?”
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Ivi também refletiu sobre identidade e coragem: “Eu não entro no padrãozinho do samba. Meu corpo não vai para esse lugar. Minhas vivências não têm um samba muito padrão. Essa coragem de ser quem você é, isso sou eu.”
Sobre a Vila, destacou a conexão construída ao longo dos anos: “Já são oito anos. Minha presença é performance, é entrega. O primeiro desfile, em 2020, foi especial. O convite surgiu do nada. Você tem que estar sempre pronto. Eu estava.”
Formada em Comunicação e Artes do Corpo, ela reforça que sua trajetória é artística antes de tudo: “Sou uma mulher performática há 30 anos. Somos uma geração.”
A terceira e última noite de desfiles do Carnaval do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (17), lota as arquibancadas e os camarotes da Marquês de Sapucaí para assistir à apresentação das quatro escolas de samba que faltam desfilar pelo grupo Especial.
Paraíso do Tuiuti, Unidos de Vila Isabel, Acadêmicos do Grande Rio e Acadêmicos do Salgueiro completam as 12 agremiações que disputam o título do Carnaval 2026.
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