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Conheça o porta-aviões nuclear dos EUA que ancorou no Rio de Janeiro

Por CNN 08/05/2026 12:39 Atualizado em 08/05/2026 12:39

O porta-aviões nuclear USS Nimitz, um dos maiores navios de guerra do mundo, chegou ao Rio de Janeiro nesta quinta-feira (7) e chamou atenção de quem passava pela costa da cidade. A embarcação da Marinha dos Estados Unidos está no Brasil para participar de exercícios militares com a Marinha brasileira nos próximos dias.

A visita faz parte da missão Southern Seas 2026, operação realizada pelos Estados Unidos em parceria com países da América do Sul. Antes de chegar ao Rio, o grupo naval passou por Equador, Chile e Argentina.

Entre os dias 11 e 14 de maio, militares brasileiros e americanos participarão de treinamentos conjuntos no litoral fluminense. As atividades incluem exercícios de navegação, intercâmbio técnico e simulações operacionais no mar.

Cidade flutuante movida a energia nuclear

O USS Nimitz foi comissionado em 1975 e é atualmente o porta-aviões nuclear mais antigo ainda em atividade no mundo. Com cerca de 333 metros de comprimento, o navio tem tamanho equivalente a mais de três campos de futebol.

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Uma das principais características da embarcação é a propulsão nuclear, que permite longos períodos de operação sem necessidade de reabastecimento convencional.

Outro número que impressiona é o tamanho da tripulação. Aproximadamente 6 mil pessoas vivem e trabalham a bordo, entre militares, pilotos, engenheiros e equipes de apoio. A estrutura interna conta com dormitórios, refeitórios, áreas médicas e espaços operacionais.

Caças e helicópteros a bordo

O porta-aviões funciona como uma base aérea em alto-mar. Atualmente, opera aeronaves como os caças F/A-18 Super Hornet, aviões de guerra eletrônica EA-18G Growler, aeronaves de transporte C-2 Greyhound e helicópteros MH-60 Seahawk.

O grupo naval que acompanha o USS Nimitz também inclui o destróier USS Gridley e outras unidades da Marinha americana ligadas à missão no Atlântico Sul.

Criada em 2007, a missão Southern Seas reúne exercícios militares e ações de cooperação naval entre os Estados Unidos e países parceiros da região.

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